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Vai começar a investir em 2021? Conheça livros clássicos sobre aplicações financeiras

29 dezembro 2020 - 10h22Por Redação SpaceMoney

Colocou o item “começar a investir” na sua lista de resoluções de Ano Novo, mas ainda não se sente completamente seguro em se aventurar mais a fundo no universo das aplicações financeiras? 

Atualmente existem muitas informações disponíveis na internet para quem quer aprender a investir. Contudo, apesar da grande quantidade de sites e vídeos sobre o assunto, os livros sobre finanças continuam a ser uma importante ferramenta para investidores. 

Conheça, nesta seleção, quatro obras clássicas sobre finanças que são úteis tanto para os investidores novatos quanto para os mais experientes. 

1. “Pai rico, pai pobre” 

Escrito pelos empresários Robert Kiyosaki e Sharon Lechter, o livro, que já vendeu mais de 26 milhões de cópias pelo mundo, dá caminhos para a independência financeira, combinando proteção financeira e investimentos. 

Entre os conceitos abordados no best seller estão a “corrida dos ratos”, sobre o estilo de vida da maioria dos trabalhadores, e as “crenças limitantes” em relação à dinheiro, que seriam passadas de pai para filho.

2. “O investidor inteligente”

Essa obra, escrita por Benjamin Graham, grande investidor entre 1950 e 1970 nos EUA, foi recomendada por Warren Buffett, o mago de Omaha. O livro, que trata de preceitos básicos de análise fundamentalista a partir de eventos históricos, auxilia quem está começando agora na renda variável.

A obra também trata de conceitos de educação financeira e a importância do longo prazo quando falamos de investimentos. Os princípios defendidos por Graham vêm do “valor de investimento”, ao determinar a importância de avaliar preço e fundamentos dos ativos. 

3. “Arriscando a própria pele”

O autor de “A lógica do Cisne Negro” e outros livros aclamados por investidores, Nassim Taleb, explora a exposição a riscos nessa obra. Colocar a pele em jogo (skin in the game) seria uma filosofia de vida que ultrapassaria a atuação no mercado financeiro. 

Correr riscos não é apenas uma postura individual, mas envolve empresas, governos, a sociedade como um todo, criando assimetrias entre diferentes agentes. Nos investimentos, para Taleb, entender essa dinâmica significa compreender o todo para medir os riscos envolvidos em uma decisão.

4. “Os axiomas de Zurique”

As táticas adotadas por banqueiros suíços e reveladas pelo jornalista Max Gunther são exploradas por esse livro. Os dogmas, que abarcam desde planejamento até atitudes como teimosia e intuição, ajudam a entender os princípios que guiaram os executivos pós-Segunda Guerra. 

As regras, segundo a obra, valem para investimento em ações, moedas e todos os outros ativos. Entre as críticas ao livro, porém, está o horizonte de curto prazo apresentado pelos axiomas 一 o que vai contra o defendido, por exemplo, por Benjamin Graham.
 

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