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Com o avanço de gestoras e plataformas de investimentos, cada vez mais pessoas "fogem" dos bancos

Entenda por que tantas pessoas estão optando deixar de lado os bancos para investir por meio de gestoras independentes

21 maio 2021 - 15h13Por Redação SpaceMoney

Você já deve ter ouvido a expressão “desbancarização”, certo? O termo significa, resumidamente, não precisar dos bancos tradicionais para investir. Isto é, utilizar outros meios como gestoras e plataformas de investimentos independentes para alocar seus recursos em ativos financeiros.

Nos Estados Unidos, o processo já é um velho conhecido da população. Lá, aconteceu um fenômeno chamado de descentralização, ou seja, o surgimento de diversas instituições financeiras que aumentaram a competitividade e o leque de opções do consumidor. Hoje, o país já conta com mais de cinco mil bancos, de acordo com a Forbes. 

Aqui no Brasil, diferentemente da Europa e dos Estados Unidos, poucas instituições financeiras controlam grande parte do mercado, diminuindo as opções para o consumidor, que fica restrito aos “grandes bancos”.

Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), somente até março de 2021, o Brasil já teve o registro de 27 novas gestoras. Isso é quase metade de 2020, quando houve 59 novas entidades registradas.

Mas por que tantas pessoas estão optando deixar de lado os bancos e buscando investir por meio de gestoras independentes? Uma das principais respostas para essa pergunta está na variedade de opções de ativos para diversificar a carteira. Enquanto os bancos ficam presos a poucas opções de investimento, as empresas independentes conseguem atrair seus clientes oferecendo possibilidades em diversos segmentos.

Um exemplo claro disso é o sistema de home broker. Nele, é possível investir, por meio do computador ou até do smartphone, em diferentes tipos de ativos da bolsa de valores – a B3 – como títulos públicos, ações, câmbio ou até contratos de commodities, como a soja ou aço.

Outro ponto em que as plataformas independentes também saem ganhando é a competitividade. Elas costumam oferecer taxas e custos mais atrativos em comparação com os bancos, tornando os investimentos mais “charmosos”.
 

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