segunda, 15 de abril de 2024
Política

O que acontece na Política - caso Marielle Franco; generais Braga Netto e Richard Nunes; e +

Na seara política, o União Brasil expulsou o deputado federal Chiquinho Brazão (RJ), um dos três suspeitos de mandar matar a vereadora carioca

25 março 2024 - 12h38Por Redação SpaceMoney

A Polícia Federal (PF) identificou movimentações suspeitas de familiares do deputado federal Chiquinho Brazão (ex-União Brasil - RJ), à medida que a delação premiada do assassino confesso de Marielle Franco (PSOL-RJ), o ex-policial militar Ronnie Lessa, avançava, de acordo com informações do blog da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.

O parlamentar foi preso no último domingo (24) com seu irmão, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), Domingos Brazão, apontados pela Polícia Federal (PF) como os idealizadores do assassinato da vereadora, junto a Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil. 

Os três foram encaminhados à Brasília (DF).

Na primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF), foi formada maioria de quatro votos para manter a prisão dos três suspeitos de planejarem o crime e mandarem matar a parlamentar e o motorista Anderson Gomes.

Na seara política, o União Brasil expulsou o deputado federal Chiquinho Brazão (RJ), em decisão da Comissão Executiva Nacional da legenda, em reunião na noite do último domingo (24).

Os assassinatos ocorreram em 14 de março de 2018.

 

E a história respinga... nos militares...

O general Richard Fernandez Nunes, que era Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro na época do assassinato de Marielle Franco e nomeou como chefe da Polícia Civil o delegado Rivaldo Barbosa, se disse perplexo com a prisão dele como um dos arquitetos da execução e considera que pode ter sido ludibriado, como toda a sociedade foi.

As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

 

A sugestão do nome do delegado Rivaldo Barbosa para a chefia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em 2018, foi feita pelo setor de inteligência do Comando Militar do Leste (CML).

À época, o comandante da organização, responsável pelas tropas no Rio de Janeiro (RJ), no Espírito Santo (ES) e em Minas Gerais (MG), era o general Walter Braga Netto, ministro da Casa Civil e da Defesa no governo de Jair Bolsonaro (PL) e candidato à vice-presidente na chapa à reeleição.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.