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Análise

XP Macro Watch: taxa de desemprego segue em tendência de queda

De acordo com as estimativas, tanto a população ocupada total quanto a força de trabalho cresceram em setembro

30 novembro 2021 - 13h30Por Redação Spacemoney
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Conforme publicado na manhã desta terça-feira (30) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - Contínua (PNAD Contínua) do IBGE, a taxa de desemprego brasileira atingiu 12,6% no 3º trimestre ante 13,1% no trimestre móvel encerrado em agosto, resultado melhor do que a estimativa feita pela XP Macro (12,8%) e o consenso de  mercado (12,7%).

Em termos dessazonalizados, a XP calculou que a taxa de desemprego recuou de 12,9% em agosto para 12,5% em setembro.

Conforme análise de Rodolfo Margato, economista da XP, as estimativas da instituição, tanto a população ocupada total quanto a força de trabalho cresceram em setembro. No primeiro caso, "calculamos elevação mensal de 1,0% (totalizando 93,1 milhões de pessoas), marcando o sexto ganho mensal consecutivo. Enquanto isso, a PEA (População Economicamente Ativa) exibiu aumento de 0,5% no mesmo período, totalizando 106,5 milhões de pessoas".

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A reabertura econômica vem impulsionando uma recuperação consistente das condições do mercado de trabalho desde abril.

A despeito dessa melhoria recente, a população ocupada e a força de trabalho ainda estavam 1,8% e 0,9% abaixo dos respectivos níveis registrados antes da deflagração da pandemia no Brasil. A XP estima que, se a força de trabalho tivesse permanecido na marca de fevereiro/20 (surto de covid-19 no Brasil), a taxa de desemprego teria atingido 13,4% em setembro de 2021. 

O rendimento real efetivo médio encolheu pelo quinto mês seguido, com base em nos cálculos dessazonalizados da XP (-1,2% na comparação entre setembro e outubro, chegando ao nível de aproximadamente R$ 2.470/mês).

A Inflação persistentemente alta, a ampla ociosidade ainda existente no mercado de trabalho e mudanças significativas  na composição da população ocupada (participação crescente das categorias de emprego informal que, em média, possuem rendimentos mais baixos) explicam os níveis deprimidos do rendimento médio na economia doméstica, pondera Margato. 

O indicador está 4,8% abaixo dos patamares vistos antes da crise de saúde pública. Com isso, a massa de rendimento real efetiva - combina rendimento médio com população ocupada -  caiu ligeiramente 0,1% em setembro,  após ter crescido 1,5% entre maio e agosto. Mesmo assim, o indicador ainda situa-se cerca de 10,8% abaixo dos níveis observados no início de 2020.

O emprego informal segue em rota de recuperação (alta de 1,1% em set/ago, o sexto ganho consecutivo), na esteira da reabertura econômica. A população ocupada informal somou 39,8 milhões naquele mês, cerca de 1,1 milhão abaixo dos níveis registrados antes da crise da COVID-19. No mesmo sentido, o nível de emprego formal aumentou 1,0% em setembro, totalizando 52,9 milhões de trabalhadores (havia aproximadamente 54,2 milhões de empregos formais no início de 2020).

"Por fim, esperamos que a taxa de desemprego atinja 12,% ao final de 2021, na série com ajuste sazonal. Por sua vez, a taxa média anual de desemprego deve ficar em 13,7%".

 

 

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