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Principais notícias mercado

Veja as principais notícias do mercado nesta sexta-feira

13 setembro 2019 - 10h16Por Investing.com
Investing.com - As ações estão próximas de novos recordes de todos os tempos, depois que a China alimentou esperanças de um acordo comercial com os EUA. Aqui está o que você precisa saber sobre mercados financeiros nesta sexta-feira, 13 de setembro.

1. China incentiva esperanças comerciais

A China incentivou indiretamente as esperanças de entendimento comercial com os EUA, quando o editor do Global Times, Hu Xijin, sugeriu via Twitter que o governo chinês está se apoiando em compradores agrícolas para retomar as compras de soja e carne de porco dos americanos. Os tweets de Hu não são política do governo, mas têm sido um indicador razoavelmente confiável do pensamento chinês sobre comércio nos últimos meses, refletindo o status do Global Times como veículo do pensamento do Partido Comunista Chinês. A notícia veio depois que o presidente Donald Trump tentou subestimar um relatório da Bloomberg na quinta-feira, sugerindo que ele estava preparado para oferecer uma trégua temporária, adiando ou mesmo revertendo algumas tarifas dos EUA sobre produtos chineses. Trump disse a repórteres que “preferiria fechar todo o acordo”.

2. Ações fecham com maior alta de todos os tempos

Os sinais crescentes de um degelo entre os EUA e a China fizeram com que os mercados de ações voltassem a ficar próximas de maior alta de todos os tempos. Às 6h45, os futuros do Dow subiram 94 pontos ou 0,3%, enquanto os futuros S&P 500 e os futuros do Nasdaq 100 também subiram 0,3%, sendo que S&P estava a menos de meio por cento longe do seu recorde. As ações de risco encontravam seu reflexo no dólar e nos rendimentos dos títulos do Tesouro. O rendimento das notas de referência em 10 anos subia para 1,80%, o maior em mais de um mês e batia confortáveis ​​sete pontos-base acima do valor de referência em dois anos. Enquanto isso, o dólar caía contra o euro, a libra esterlina e o iene.

3. Libra esterlina: o maior nível desde julho

A libra subia alcançando uma máxima de quase dois meses, depois que uma reportagem de jornal deu um novo impulso às esperanças de que um Brexit desordenado e "sem acordo" seja evitado em 31 de outubro. O London Times informou que o Partido Sindicalista Democrático da Irlanda do Norte havia efetivamente abandonado sua oposição a um plano que deixaria grande parte de sua economia sujeita à regulamentação da UE e não do Reino Unido após o Brexit, algo que dá ao primeiro-ministro Boris Johnson mais espaço para elaborar um plano de compromisso com os negociadores da UE. No entanto, o líder do DUP na Câmara dos Comuns negou a reportagem. A libra, que foi negociada quase exclusivamente sob o risco Brexit nas últimas semanas, subia acima de US$ 1,24 pela primeira vez desde o final de julho e subia 1% em relação ao dólar, de US$ 1,2453 às 6h50 da manhã.

4. Sentimento do consumidor da Universidade de Michigan será divulgado hoje

A pesquisa de opinião dos consumidores da Universidade de Michigan, que será divulgada às 11h00, lidera um dia relativamente leve para os dados econômicos dos EUA. A pesquisa será publicada um dia depois que o principal índice de preços ao consumidor atingiu seu nível mais alto em 2019 - um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior - em um desenvolvimento que fornece munição para aqueles que argumentam contra ações agressivas do Federal Reserve na próxima semana. ferramenta de monitoramento de taxas do Fed do Investing.com sugere que os mercados não veem mais um corte nas taxas na próxima semana como uma certeza. A probabilidade implícita de ação caiu de 92% para 87%. O presidente da Federal Reseve, Jerome Powell, argumentou que a incerteza sobre a política comercial está entre os maiores obstáculos da economia dos EUA atualmente, e quaisquer medidas para elevar essa incerteza, por essa lógica, enfraqueceriam o argumento de flexibilização.

5. WeWork recebe autorização para IPO de volta à estrada, diz WSJ

A empresa-mãe da WeWork deve começar seu marketing de IPO na próxima semana, depois de concordar com concessões a investidores externos sobre questões de governança, informou o Wall Street Journal. A empresa, como é conhecida, pretende listar na Nasdaq, acrescentou o WSJ. Não houve mais nenhuma atualização em relação à avaliação prospectiva, cujos relatórios foram reduzidos de US$ 47 bilhões para menos de US$ 20 bilhões nas últimas semanas.
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