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Siderúrgicas e Vale sobem forte com valorização do minério de ferro e rali chinês

13 julho 2020 - 14h48Por Investing.com

Por Gabriel Codas Investing.com - A forte valorização dos preços dos contratos futuros do minério de ferro impulsiona as ações da Vale (SA:VALE3) e das principais siderúrgicas brasileiras na bolsa paulista nesta segunda-feira. O cenário positivo é devido ao otimismo com a recuperação econômica no cenário pós-pandemia da Covid-19. Assim, por volta das 12h45, os ativos da CSN (SA:CSNA3) somavam 7,93% a R$ 12,12. Com Usiminas (SA:USIM5) somando 2,83% a R$ 7,64 e Gerdau (SA:GGBR4) 3,35% a R$ 16,65. Já a Metalúrgica Gerdau somava 4,10% a R$ 7,62. No caso da Vale, a valorização é de 3,04% a R$ 58,70, com Bradespar (SA:BRAP4) saltando 3,73% a R$ 38,96. A jornada de abertura da semana teve como principal característica o forte avanço dos preços dos contratos futuros do minério de ferro, que são negociados na bolsa de mercadorias da cidade de Dalian, na China. O ativo com o maior volume de operações, com data de vencimento para setembro do presente calendário, somou 4,80% para 829,00 iuanes por tonelada, o que representa ganhos de 38 iuanes em relação aos 791,00 iuanes de liquidação do dia anterior. No mesmo sentido, a sessão desta segunda-feira foi marcada por valorização das cotações futuras dos papéis do vergalhão de aço, que são transacionados na também, chinesa bolsa de mercadorias da cidade de Xangai. O contrato com mais liquidez, e entrega para o mês de outubro deste ano, somou 36 iuanes para 3.739 iuanes por tonelada. Já o de janeiro de 2021, segundo em negócios, avançou 42 iuanes para 3.591 iuanes para cada tonelada. Vale A mineradora Vale informou que chegou a um acordo com as japonesas Kobe Steel e Mitsui para a criação de uma nova empresa que visa fornecer soluções metálicas e siderúrgicas de baixo carbono para o mercado global, segundo comunicado da companhia nesta segunda-feira. O acordo, não vinculante, estabelece termos e condições para a criação da nova companhia, acrescentou a Vale, destacando que um período de avaliação já foi iniciado para estimar a demanda do mercado pelos produtos que seriam oferecidos antes de um acordo final sobre a nova empreitada. “A Vale está comprometida em contribuir com seus clientes siderúrgicos nesse desafio de reduzir a pegada de carbono”, disse a empresa no comunicado, ao destacar que a nova companhia utilizaria “tecnologias de produção de ferro de baixo CO2 existentes e novas”. A mineradora afirmou que entre as tecnologias a serem aplicadas pela nova empresa estaria um processo de ferro-gusa de baixo carbono com uso de fontes mais limpas de energia, como biomassa e hidrogênio, desenvolvido por sua subsidiária Tecnored.

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