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SANTOS BRASIL

Santos Brasil cai após prejuízo de R$ 13,3 milhões no 1º trimestre

13 maio 2020 - 16h52Por Investing.com
Por Gabriel Codas Investing.com - As ações da Santos Brasil operam com fortes perdas no início da tarde desta quarta-feira (13). A companhia informou que os efeitos da pandemia do novo Coronavírus na economia global tiveram um impacto limitado no desempenho operacional da Santos Brasil no primeiro trimestre de 2020, considerando a movimentação de contêineres dos terminais, a armazenagem no Tecon Santos e nos CLIAs (terminais alfandegados). A receita líquida consolidada da Santos Brasil totalizou R$ 223,8 milhões no 1T20, queda de 1,5% vs. 1T19. O Ebitda no período somou R$ 38,5 milhões, um crescimento de 17,4% frente ao mesmo período do ano anterior, com margem de 17,2%. Em base recorrente, o Ebitda foi de R$ 36,3 milhões, com margem de 16,2%. A Santos Brasil apurou prejuízo líquido de R$13,3 milhões no 1T20, comparado ao prejuízo líquido de R$ 9,1 milhões no 1T19. Com isso, os papéis STBP3 recuavam 2,05% a R$ 3,34 por volta das 10h35. A Santos Brasil encerrou o 1T20 com saldo caixa e aplicações financeiras no montante de R$ 372,9 milhões, dívida líquida de R$ 63,1 milhões e índice de alavancagem de 0,50 vezes a dívida líquida/EBITDA pró-forma (considerando os custos de arrendamento e aluguel) dos últimos 12 meses. No primeiro trimestre deste ano, o investimento consolidado somou R$ 63,3 milhões, com 97% do total investidos no Tecon Santos, sendo a grande maioria referente à obra de extensão e reforço do cais do TEV/Tecon Santos. Nos três primeiros meses do ano, o volume consolidado dos três terminais de contêineres, Santos (SP), Imbituba (SC) e Vila do Conde (PA), apresentou alta de 4,1% no período em relação ao mesmo período do ano passado, somando 265.321 contêineres. Nas operações de longo curso, que representaram 70,2% do total movimentado, os volumes de contêineres de importação apresentaram crescimento de 13,2% e os de exportação queda de 13,0% em relação ao 1T19. As operações de cabotagem cresceram 14,0% e representaram 29,8% do volume total movimentado; e as operações de transbordo tiveram aumento de 6,5% no trimestre, representando 35,9% do volume total movimentado. A Santos Brasil Logística apresentou queda de 8,7% no volume de contêineres armazenados em relação ao mesmo período do ano passado. Entretanto, parte da queda do volume de armazenagem do CLIA Santos foi compensada pela migração de clientes dos serviços de navegação que operavam na Libra Santos para serviços que escalam o Tecon Santos, o que elevou a armazenagem de pátio do terminal. No segmento de Transporte Rodoviário, a SBLog fechou contrato com dois novos clientes, que deverão incrementar o volume transportado nos próximos meses. Na visão o BTG Pactual (SA:BPAC11), os resultados mais fracos da Santos Brasil mostram os primeiros impactos da COVID na principal operação da empresa. Tais impactos devem se intensificar, como o prazo de entrega da remessa chinesa para o Brasil é geralmente de 45 a 60 dias, então os analistas esperam um desempenho de volume mais fraco em abril e maio. Para eles, na avaliação atual (6,1x EV / EBITDA21), essa desaceleração já está precificada. No futuro, eles mantêm o rating de compra com o nome, com base em melhor ambiente regulatório, melhor dinâmica competitiva em Santos, permitindo que Santos retome seus esforços de ajuste de preços e perspectiva favorável do setor de portos / infraestrutura.
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