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Carrefour: "Desempenho mais fraco cria bom ponto de entrada", diz Goldman Sachs

04 dezembro 2020 - 16h05Por Investing.com

Por Ana Julia Mezzadri. da Investing.com - A performance relativamente abaixo do mercado das ações do Carrefour (SA:CRFB3) nos últimos três meses, de -5% versus +9% do Ibovespa, na visão do Goldman Sachs, criou um ponto de entrada atrativo para o investimento na companhia, que permanece em uma trajetória de consolidação de market share e de crescimento defensivo. O banco recomenda Compra para o papel.

Por volta das 15h55, o papel tinha leve queda de 0,21%, a R$ 19,40, depois de registrar máxima de R$ 19,69 e mínima de R$ 19,31 no dia, com R$ 30,81 milhões em volume negociado. O Ibovespa corria na direção oposta, em alta de 1,17%, aos 113.610 pontos.

Nos últimos trimestres, o setor apresentou crescimento de dois dígitos em vendas nas mesmas lojas e nos formatos de atacado e varejo. 

O setor do varejo de alimentos, de uma maneira geral, deve ser beneficiado no quarto trimestre pela continuação da tendência de consumo de alimentos em casa, impulsionada pelas restrições à mobilidade para combate à pandemia de Covid-19; pela inflação nos preços dos alimentos; e, ainda que em menor medida do que nos trimestres anteriores, pelo auxílio emergencial do governo. 

Além disso, o banco espera que os fundamentos macroeconômicos melhorem e o momento de lucros continue, impulsionado por uma projeção forte para o consumo de alimentos em casa; a ganhos de eficiência em atividades promocionais; à proposição de value-for-money trazida pelo atacado; e a inflação dos alimentos.

A performance abaixo da média do mercado, no entanto, deve-se, na visão do banco, a preocupações em relação à perspectiva de crescimento para 2021, com o fim dos programas de auxílio do governo; a mudanças recentes na base acionária.

Falando especificamente de Carrefour, um planejamento melhor de promoções, a integração das recém-adquiridas lojas da Makro, e a natureza defensiva do modelo atacadista devem favorecer os resultados. 

O banco espera uma continuação no crescimento de vendas nas mesmas lojas no quarto trimestre, uma melhora nas margens na comparação ano a ano, e o reinvestimento de parte da alavancagem operacional capturada no atacado em precificação e crescimento.

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