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BB-BI inicia cobertura de Lojas Quero-Quero com recomendação de Compra

27 novembro 2020 - 18h58Por Investing.com

Por Ana Julia Mezzadri, da Investing.com - Em relatório distribuído nesta sexta-feira (27), o BB-BI deu início à cobertura das ações da Lojas Quero-Quero (SA:LJQQ3) com recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 18,70. Os principais fundamentos da tese de investimento são o modelo de negócios; a estrutura logística e escala; o plano de expansão orgânica; e a oferta de produtos e serviços financeiros.

Por volta das 18h10, o papel tinha alta de 1,13%, a R$ 16,15, depois de ter registrado mínima de R$ 15,73 e máxima de R$ 16,26 no dia, com R$ 25,41 milhões em volume negociado. Na mesma direção, o Ibovespa operava em alta de 0,35%, aos 110.611 pontos.

O modelo de negócios da Lojas Quero-Quero, na visão do banco, destaca-se por ser aderente ao varejo em cidades de pequeno e médio porte. Assim, a empresa ganha vantagens competitivas em relação às grandes varejistas, por ter experiência em cidades pequenas e médias, e em relação aos pequenos, pela centralização do estoque, pela gestão profissionalizada e pela oferta de produtos e serviços financeiros.

Em relação à logística e à escala, o banco aponta que as 378 lojas e dois centros de distribuição permitem a otimização do capital de giro.

Sobre a expansão orgânica, a rede planeja abrir lojas tanto nos estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, em que a empresa já atua, quanto em São Paulo e Mato Grosso do Sul. É esperada a abertura de 300 lojas entre os anos de 2020 e 2023. Além disso, o BB-BI projeta que a maturação das lojas abertas recentemente irá trazer um incremento de vendas/m².

O banco aposta ainda na oferta de produtos e serviços financeiros que, na sua visão, permite a diversificação da receita, contribui para o crescimento das vendas e da base de clientes e impulsiona a fidelização.

Como principais riscos para a performance da empresa, o banco lista a manutenção do alto nível de desemprego no Brasil por mais tempo do que o esperado; a incapacidade em manter o ritmo de expansão projetado; a falha em sustentar a atual penetração de produtos e serviços financeiros; e o acirramento da concorrência.

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