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crédito consignado

Planejadora financeira ensina quando é recomendado usar crédito consignado

09 março 2020 - 12h42Por Yasmin Oliveira

O consignado é um tipo de empréstimo que apresenta juros mais baixos que as modalidades mais comuns no mercado brasileiro, como o empréstimo pessoal, o cheque especial e o cartão de crédito. Essa característica “especial” é possível porque o consignado é muito mais seguro para bancos e instituições que concedem o empréstimo, já que o pagamento das parcelas é descontado diretamente do salário ou aposentadoria, antes mesmo de cair na conta. Mas não são todos que têm acesso ao consignado. Ele é direcionado para beneficiários do INSS - aposentados ou pensionistas -, servidores públicos e militares, e para quem tem carteira assinada no setor privado. Para entender os detalhes do crédito consignado, suas desvantagens e a taxa de juros média por categoria, confira a SpaceDica que explica como ele funciona. Leia mais: Crédito consignado: o que é e como funciona Com juros mais baixos, pode ser tentador apelar para o consignado. Mas como toda linha de crédito, é necessário cautela em contratá-lo. Nesta SpaceDica, entenda em que situações é recomendado negociar um empréstimo e usá-lo com estratégia de planejamento financeiro. crédito consignado

Iniciar um novo negócio com crédito consignado

O dinheiro necessário para investir em um novo empreendimento pode ser alto, e o crédito consignado é uma opção mais barata que o empréstimo pessoal. “Inaugurar uma empresa tem risco alto, mas a ideia é que o projeto traga retorno e seja possível compensar o valor emprestado”, explica Thabata Abreu, consultora em finanças pessoais da SpaceMoney. Nesse caso, os juros baixos são uma vantagem, porque o dinheiro investido, na teoria, será recuperado.

Quitar dívidas altas

Dívidas de juros muito altos, como cheque especial e o “rotativo” do cartão de crédito, podem ser quitadas com o crédito consignado, que geralmente tem prazos maiores para pagar e juros menores. Mas a planejadora financeira considera que essa deve ser a última medida já que, na prática, se cria uma “bola de neve” e descontrole financeiro. “É um paliativo: o fato de a pessoa usar pra cobrir outra dívida indica má relação com o dinheiro e necessidade de ajuda”, explica Abreu.

Não use o dinheiro para aplicações

Ela afirma que bens de consumo, como carros, nunca devem ser comprados com crédito consignado, assim como solicitar o dinheiro para investir em aplicações financeiras ou emprestar para outras pessoas, mesmo da família. “É melhor economizar esse dinheiro do que entrar no ciclo do endividamento”, finaliza a planejadora financeira.
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