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Trump

Pronunciamento de Trump faz chamado pela paz com ameaças; confira

08 janeiro 2020 - 13h59Por Redação SpaceMoney
Em resposta ao ataque às bases iraquianas, que sediavam militares americanos, o presidente americano Donald Trump anunciou hoje (08) que retomará uma série de sanções econômicas ao Irã. Nenhum membro das forças armadas dos EUA ou do Iraque morreu nessa operação, que, segundo o aiatolá Ali Khamenei, foi um "tapa na cara dos americanos".

Tolerância zero

Em seu pronunciamento, Trump afirmou que o Irã tem desenvolvido um programa nuclear com o intuito de produzir uma bomba atômica, mas que o país ainda não possui, "e nem possuirá", uma arma nuclear. "As nações  toleraram as ações do Irã por muito tempo. Esses tempos se foram. Nós não deixaremos isso (o irã ter armas nucleares) acontecer", afirmou. O presidente americano reiterou que a morte de Qasem Soleimani, chefe de uma unidade da Guarda Revolucionária iraniana, a Força Quds, foi um ataque para "eliminar o mundo do número um do terrorismo internacional'. Segundo Donald Trump, Soleimani teria dirigido diversos ataques de cunho terrorista contra países do Oriente Médio e contra soldados americanos na região.

"O Irã pode ser um grande país"

"Nós demos incentivos para o Irã se desenvolver. Ao invés de agradecer os EUA, eles disseram 'morte à América'. Nós não toleraremos mais isso", afirmou o presidente americano em seu pronunciamento. "Nós devemos fazer um acordo para o irã prosperar. Eles podem ser um grande país, se pararem de fomentar a guerra. A campanha de financiamento do terrorismo não irá avançar e não será mais tolerada", completou. Donald Trump ainda reiterou que os Estados Unidos são autossuficientes energia. "Pelos últimos 3 anos, na minha liderança, nós atingimos a sustentabilidade energética e não precisamos mais do petróleo do Oriente Médio", disse. Apesar do tom pouco amistoso, Trump não deixou de fazer ameaças caso os ataques contra bases americanas continuem continuem. "Apesar de termos um excelente material bélico, nós não queremos usá-lo. Nós não precisamos usá-lo. Os EUA estão prontos para acolher a paz", finalizou.
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