sábado, 04 de dezembro de 2021
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Privatização da Codesp deve diminuir burocracia e destravar investimentos

26 novembro 2019 - 11h31Por Eduardo Guimaraes

Ao sair do seminário sobre Infraestrutura na Fundação Getulio Vargas no Rio na segunda-feira (25), o secretário-executivo do Ministério da Infraestrutura, Marcelo Sampaio Cunha Filho, disse que a privatização do Porto de Santos pode acontecer em 2021 em função da colaboração da atual administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo. O primeiro porto a ser privatizado, porém, será o de Vitória, administrado pela Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). O Porto de Santos, disse, ficaria "mais para a frente". Cunha Filho disse que os estudos sobre a privatização do maior porto do País, a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), serão entregues em 2020 e que a privatização deve sair, "possivelmente", em 2021.

E Eu Com Isso?

A fala de Cunha Filho deve beneficiar as ações de Santos Brasil (STBP3) no curto prazo pois a privatização da Codesp deve diminuir a burocracia, melhorar o ambiente regulatório e destravar investimentos na infraestrutura portuária do Brasil. O secretário-executivo ainda disse esperar que a privatização do Porto de Santos "arraste" as vendas dos ativos das outras companhias Docas espalhadas pelo País. "A expectativa é que a privatização do Porto de Santos tenha o efeito de arrastar todas as outras privatizações. O Porto do Rio com certeza será privatizado, assim como o do Ceará e todas as oito companhias Docas do país", disse. Entretanto, ainda não se tem um calendário definido para essas outras privatizações no setor. Em 2019, as ações de Santos Brasil já acumulam alta de 71,3 por cento enquanto o Ibovespa soma apenas 23,4 por cento de valorização.
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