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planejamento financeiro pessoal

Veja 7 dicas para desenvolver o planejamento financeiro pessoal

04 maio 2020 - 10h00Por Redação SpaceMoney

Os boletos não param de chegar na sua caixa de correio e você já está de cabelo em pé com tantas dívidas? Então, é melhor rever alguns conceitos e traçar um planejamento financeiro pessoal antes que a vaca vá para o brejo. Em livros, vídeos e até podcast de finanças, sempre terá um especialista batendo na tecla da educação financeira, que se traduz em consumo consciente do dinheiro para que gaste melhor. Com um bom planejamento é possível modificar os hábitos prejudiciais, proteger o patrimônio da família, reduzir as dívidas etc. Para ajudar você nessa missão, esta Spacedica apresenta 7 dicas imperdíveis de como construir um planejamento financeiro de primeira linha.

1. Defina seus objetivos pessoais

O pontapé inicial de qualquer planejamento está na configuração dos seus objetivos, sendo que você precisa identificar o que é mais importante no momento e o que pretende fazer no futuro — ou seja, comprar imóveis, viajar, fazer cursos, se aposentar etc. Tão importante quanto saber o que quer é definir o tempo necessário para isso, de modo que toda a sua vida seja ajustada para acompanhar esses objetivos. A partir do momento em que você percebe quais são as suas pretensões e o período necessário para concretizá-las, lembre-se de analisar a quantia que satisfaz essa meta, de modo que estabeleça suas ações de acordo com o valor a que quer chegar. Depois, pense em formas de atingir os seus objetivos — por exemplo: mudar de emprego, fazer um concurso público, investir em renda fixa ou variável e assim por diante.

2. Acompanhe as receitas e despesas

Dentro do seu processo de mudança em relação ao dinheiro, a construção de um orçamento pessoal é imprescindível para que você controle tudo o que ganha e paga mensalmente. Levando em conta que os gastos essenciais não podem representar mais de 50% da renda, você precisa reavaliar muitos dos seus conceitos em relação aos custos fixos e variáveis, afinal, é preciso ter afinco no planejamento para cumprir as metas. Avalie minuciosamente o destino que tem dado para o seu dinheiro, até mesmo para evitar que qualquer desperdício ocorra e você fique a ver navios, sem um tostão no bolso. É fundamental que você gaste menos do que ganha, a fim de manter uma saúde financeira exemplar e minimizar o risco de contrair dívidas que deixarão seu nome sujo.

3. Mude a sua forma de comprar

Como a vida real não é um jogo de tabuleiro, alguns paradigmas precisam ser mudados para que você não tenha problemas sérios ao decorrer do percurso, isto é, entenda que mexer com dinheiro é uma ação mais emocional do que lógica. O nosso comportamento interfere demais na maneira com a qual visualizamos determinado produto ou serviço, o que muitas vezes nos faz gastar por puro impulso. Todavia, para afastar o fantasma de uma pessoa gastadeira, antes de comprar é sempre bom levar em conta se você quer, merece, precisa, pode e deve colocar o produto no carrinho, pensando sempre nos prós e contras de cada item. O ideal é que você utilize mais o débito do que o crédito, compre à vista quando surgir oportunidades de desconto, compare os preços e encare o dinheiro como aliado, não inimigo.

4. Ajuste seus hábitos diários

Pare e pense: se você tem um salário de R$ 2.500,00, o que acha que vai acontecer com a sua vida financeira se continuar pegando o cheque especial do banco e gastando mais de R$ 5.000,00 por mês? Assim como uma empresa, nós não podemos nos descontrolar quanto às finanças, ou seja, é preciso ter um equilíbrio e saber que os nossos hábitos podem dizer muito sobre a forma como compramos. É de suma importância que você tenha consciência e reflita sobre as escolhas, de modo que entenda que é preciso ter um padrão de vida de acordo com as suas atuais condições monetárias. O autoconhecimento é a chave para perceber os gatilhos mentais que o fazem optar por um restaurante mais caro, comprar em uma loja de luxo ou frequentar a melhor balada da cidade. Portanto, juízo ao utilizar a carteira.

5. Poupe dinheiro com frequência

Vamos supor que tudo está se saindo muito bem até aqui, as dívidas não são mais um martírio em sua vida e você já vislumbra a chance de ganhar mais do que gasta, certo? Pois bem, nesse momento, é preciso colocar um verbo no seu vocabulário que fará total diferença no planejamento financeiro pessoal: poupar. É isso mesmo que leu, você precisa poupar dinheiro para se prevenir em relação aos imprevistos da vida — inclusive, até considerando a ideia de contratar um seguro no planejamento. Formar uma gordurinha de dinheiro mensalmente é uma decisão muito sábia, porque dará um suporte aos seus objetivos para que você não tenha que remar tudo de novo, no caso de acontecer algum problema no meio do caminho.

6. Tenha disciplina quanto ao dinheiro

Embora muita gente ache que economizar é sinônimo de pão-durice, tenha calma e saiba que você não precisa se privar de tudo que gosta, apenas é necessário ter disciplina para não sair gastando mais do que pode. Dispor de um bom dinheiro nas mãos traz certo poder, porém, como diria o tio do Homem-Aranha: “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. Tem hora que não adianta dar murro em ponta de faca, pois a mudança é inegociável para que você cumpra as suas metas, então é crucial que você respire fundo e controle os impulsos de compra. Ao observar seus hábitos, seja sincero consigo mesmo e não passe para outros uma imagem que não pode sustentar, então fique de olho para não pagar mico no dia da fatura do cartão.

7. Entenda a importância de investir

Dentro de um processo natural de compreender o que gasta, mudar a rotina e poupar, logicamente que vem o último estágio do planejamento financeiro pessoal, que nada mais é do que a magia de investir. Aplicar o seu dinheiro em títulos de renda fixa ou variável é uma forma de obter retorno financeiro em cima dos juros e, dependendo do montante aplicado, poder viver tranquilamente com uma renda passiva. Claro que é preciso avaliar o seu perfil de investidor antes de mais nada, até porque todo investimento conta com vantagens e prejuízos e se conhecer é a alavanca para organizar bem as suas finanças. Tendo isso em vista, busque o máximo de informações sobre os ativos, de maneira que entenda os prazos, as taxas, os retornos e, principalmente, os riscos. Para finalizarmos, guarde com carinho essas dicas de planejamento financeiro pessoal e as coloque em prática o quanto antes, pois você certamente vai notar que a mudança de comportamento pode levá-lo a conquistar coisas inimagináveis. Se curtiu este tipo de artigo e quer se familiarizar com outros conteúdos, então não perca a chance e se inscreva em nossa newsletter agora mesmo!
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