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Petróleo volátil com expiração de contrato mensal

19 maio 2020 - 12h39Por Investing.com

Por Peter Nurse

Investing.com - Os preços do petróleo subiam na terça-feira (19), pelo quarto dia consecutivo, enquanto os produtores cortam a produção, tanto por vontade quanto por forças de mercado, e a demanda aumenta. No início da tarde, apresentavam volatilidade.

Os contratos futuros do petróleo dos EUA eram negociados em alta pela manhã. Mas às 12h50 (horário de Brasília), tinha quedas 0,47%, a US$ 31,50 por barril, após atingir o maior nível desde 16 de março. Já0 o contrato de referência internacional Brent tinha quedas de 1,03%, para US$ 34,45, após atingir o maior valor desde 9 de abril.

Arábia Saudita, Rússia e outros membros da aliança conhecida como Opep + começaram neste mês a implementar os maiores cortes de produção já coordenados, na ordem de 9,7 milhões de barris por dia. Os primeiros sinais indicam que os principais produtores cumpriram o acordo.

Além disso, a produção de petróleo dos EUA das sete principais formações de shale deve cair em um recorde de 197.000 barris por dia em junho, para 7.822 milhões de barris por dia, disse a Administração de Informações de Energia dos EUA em um relatório mensal na segunda-feira. Esse seria o menor nível desde agosto de 2018.

Mais tarde na terça-feira, o American Petroleum Institute divulgará sua medida dos estoques de petróleo nos EUA. Um relatório da consultoria privada Seevol na segunda-feira sugeriu que o estoque no centro nacional dos EUA de Cushing, em Oklahoma, caiu em 5,49 milhões de barris na semana passada.

Ao mesmo tempo, cresce a confiança de que a demanda está aumentando à medida que muitos países reabrem suas economias, suspendendo as restrições impostas no auge da crise do coronavírus.

Por exemplo, a Southwest Airlines (NYSE:LUV) registrou, por meio de uma declaração na SEC, um fator de carga de 8% em abril e estimou um salto para entre 25% e 30% em maio e, depois, de 35% a 45 % em junho.

O contrato do WTI de junho expira na terça-feira, mas as circunstâncias atuais são muito diferentes daquelas que resultaram em uma queda histórica abaixo de zero há um mês, na véspera do vencimento do contrato de maio, e é provável que essa turbulência não se repita.

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