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Marcopolo registra queda de 60% no lucro no 1º trimestre

26 maio 2020 - 15h53Por Investing.com
Por Gabriel Codas Investing.com - Na parte da tarde desta terça-feira, as ações da Marcopolo (SA:POMO4) são negociadas com perdas na bolsa paulista, depois de um início positivo. A companhia reportou que teve nos três primeiros meses de 2020 um lucro líquido de R$ 10,7 milhões, o que representa queda de 60% na comparação com igual período do ano passado. O resultado teve ajuda da recuperação de créditos de impostos que haviam sido pagos no Canadá pela NFI Group entre os anos de 2016 E 2018, com impacto positivo na parte de imposto de renda de R$ 26,7 milhões no trimestre. Desta forma, a Marcopolo evitou fechar o trimestre com prejuízo, por conta do resultado financeiro negativo de R$ 103,6 milhões, provocado majoritariamente pelo efeito da desvalorização do real frente ao dólar sobre a carteira de pedidos em dólares. O resultado operacional da companhia foi de lucrode R$ 79,3 milhões, alta de 87,6%, com crescimento da receita com venda de produtos e saldo positivo na linha de equivalência patrimonial. Já a receita líquida avançou 2,3% para R$ 919,4 milhões, aumento de 2,3%, sendo R$ 469,6 milhões, ou 51,1% do total, provenientes do mercado interno, e R$ 449,8 milhões, representando os demais 48,9%, do mercado externo.

Visão dos analistas

Na avaliação da Mirae Asset, no geral o resultado operacional foi um pouco melhor do que o esperado, mas já com impacto do covid-19, nas exportações, que devem ter um impacto bem mais significativo no resultado do 2T19, bem como nas vendas internas e nas produções externas, onde esperava forte queda. Para a corretora, esse seria um ano favorável para a Marcopolo, mas diante o covid-19, espera resultados mais fracos, com queda de resultado no 2T20, com expectativa de cancelamentos e postergação de novas encomendas. Os números devem melhorar a partir do 4T20 e em 2021. Para o Bradesco BBI, o fechamento das linhas de produção devido à pandemia da Covid-19 afetou o resultado da empresa. Apesar disso, a visão do resultado é neutra. Para os analistas, a classificação é baseada pelo provável adiamento dos planos de renovação de frota devido ao impacto da Covid-19; algumas das 4.800 unidades relacionadas ao programa Estrada para a Escola do governo federal podem ser canceladas ou adiadas; e os volumes mais baixos devem levar à deterioração da margem.
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