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Ibovespa

Ibovespa opera em alta com decisão do MEC sobre o ensino a distância; dólar cai

11 dezembro 2019 - 14h16Por Redação SpaceMoney
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Na sessão desta quarta-feira (11), o Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, operava em alta de 0,17%, com 110.888,80 pontos, às 13h04. Esse otimismo pode ser explicado pela decisão do MEC sobre a flexibilização de regras para o ensino à distância. Com essa decisão, até 40% da carga horária de cursos superiores poderá ser oferecida na modalidade ensino a distância (EAD). Além disso, a chamada ”super quarta-feira” vem com a divulgação de decisões sobre a taxa básica de juros nos EUA, por meio do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), e do Brasil, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom).

Dólar

Na direção oposta, o dólar comercial apresentava queda de 0,69%, cotado a R$ 4,117, no mesmo horário. Confira outros principais acontecimentos para o dia:

Copom

Termina hoje a reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve confirmar as expectativas de um corte na taxa básica de juros (Selic) de 0,5%, renovando a mínima história para 4,50%. Entretanto, especialistas alertam que o preço da carne, que teve alta nos últimos dias, pode adiar esse corte para o início do ano que vem.

Fomc

Nos EUA, a expectativa de hoje é pela conclusão da reunião do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Banco Central americano (Fed), que ocorrerá à tarde. Mesmo após severas críticas do presidente Donald Trump, que afirma que o Fed está tentando frear a economia americana com sua política, é esperada uma manutenção dos juros na faixa de 1,5% e 1,75%. O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, deverá fazer um discurso logo após a decisão do Fomc, no qual sinalizará o cenário para 2020. Segundo especialistas, Powell deverá manter a liquidez da economia americana até o final do ano, época de tensão para o varejo e as empresas.

Guerra comercial

Domingo (15) é o último dia antes da elevação de tarifas alfandegárias de 10% para 15% sobre U$ 165 bilhões de produtos chineses por parte dos americanos. Esse fato deixa a semana como sendo decisiva para que se firmem acordos comerciais entre os dois países, porque analistas do mercado dizem que, depois de instauradas, é muito improvável que China e EUA voltem a conversar sobre uma resolução da guerra comercial. Segundo autoridades chinesas, existe a possibilidade dos EUA adiar esse aumento, mas nada foi declarado oficialmente por parte dos americanos.

Tecnologia chinesa

O CEO da Huawei, Ren Zhengfei, em entrevista coletiva, afirmou que não teme a continuidade de uma guerra comercial entre os EUA e a China. Segundo ele, a disputa não criará um “novo muro de Berlim”, em referência à divisão da cidade alemã entre comunistas e capitalistas, “porque a era da informação não admite novos muros”. Zhengfei ainda comentou a atual posição econômica dos EUA: “Depois da recessão econômica, os Estados Unidos perderam mercado. Se não pode fornecer para o mundo inteiro, o país deve se conformar em reduzir sua presença na economia mundial”. As informações são do jornal Valor Econômico de hoje.

Destaques

Os destaques do dia vão para as ações da YDUQS ON (SA:YDUQ3) e COGNA ON, que avançavam 3,3% e 4%, respectivamente, com o anúncio do MEC sobre a flexibilização do ensino a distância (EAD). Também do lado positivo, os papéis da ITAÚ UNIBANCO PN valorizavam-se 0,4%, após o IPO da XP, da tem participação, os papéis da MAGAZINE LUIZA ON (SA:MGLU3) subiam 1,6% e da PETROBRAS PN (SA:PETR4), 0,6%.
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