China

Ibovespa contraria bolsas pelo mundo e opera em alta; dólar segue em queda

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O Ibovespa, principal índice da B3, a bolsa brasileira, iniciou a sessão desta quinta-feira (14) em alta de 0,20%, com 106.276 pontos, atualizado às 10h24. Os acordos de agricultura firmados com a China, em reunião bilateral com o Brasil ontem (13), na cúpula dos Brics, explicam o otimismo brasileiro. O dólar opera em queda de 0,14%, cotado a R$ 4,181, atualizado no mesmo horário.

Cenário externo

Bolsas Internacionais

As bolsas internacionais ainda apresentam apreensão com a falta de consolidação dos acordos entre EUA e China. O assessor de comércio da casa branca, Peter Navarro, durante entrevista à Fox Business, disse para os investidores “pararem de ouvir rumores” sobre os acordos.

Guerra Comercial

Na terça-feira (12), o presidente americano Donald Trump disse que “se nos taxarem, nós taxaremos eles”, falando sobre os produtos chineses nos EUA. A China já afirmou que não fará um acordo comercial que favoreça unilateralmente os Estados Unidos, segundo fontes americanas.

China

A expansão anual da produção chinesa ficou em 4,7% para o mês de outubro, abaixo do esperado de 5,2%. O varejo e o investimento em ativos fixos também decepcionaram investidores.

Cenário interno

Brics

As conversas entre o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e o presidente chinês, Xi Jinping, na cúpula dos Brics ontem (13), fizeram os dois países assinar nove acordos na área de agricultura. Para hoje, está marcado um encontro com o presidente russo, Vladimir Putin. Entretanto, a instabilidade de países na América Latina e a falta de um acordo sólido entre EUA e China ainda afetam a bolsa brasileira.

Aliança pelo Brasil

Jair Bolsonaro corre contra o tempo para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprove a criação de seu novo partido, chamado de Aliança pelo Brasil, até dia 5 de abril do ano que vem, para que possa concorrer Às eleições municipais. A sigla que o elegeu, o PSL, está analisando pedidos expulsão de Eduardo Bolsonaro, filho do presidente e deputado estadual pelo Rio de Janeiro, por infidelidade partidária. O movimento vem de uma retaliação à saída do presidente e seu filho do partido.