terça, 30 de novembro de 2021
Crescimento

Governo corta projeção de PIB de 2019 pela metade, para 0,81%

12 julho 2019 - 12h12Por Redação SpaceMoney

Em boletim divulgado nesta sexta-feira (12), a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia anunciou a revisão de sua projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 2019, de 1,6% para 0,81%. A nova projeção se alinha, assim, às estimativas de crescimento da economia feitas pelo mercado e compiladas pelo Boletim Focus, do Banco Central, divulgado na última segunda-feira (8), que previam evolução de 0,82%. "A confiança de empresários e consumidores tem se reduzido em relação ao início do ano, dada a demora na retomada. A produção industrial apresentou ritmo próximo de zero em abril e maio, com recuo da indústria extrativa e menor ritmo dos ramos de transformação", disse o comunicado da SPE. A SPE também diminuiu a projeção de crescimento do PIB para 2,2%, sobre patamar de 2,6% divulgado no último relatório de receitas e despesas, de maio. Já para 2021 e 2022 a expansão esperada manteve-se em 2,5%. De acordo com o comunicado, a previsão atual é de que a inflação do país continue em queda e feche 2019 em 3,8%. Dentro da meta estabelecida e menor que os 4,1% previstos. O boletim mostra que a recuperação econômica do país, no segundo trimestre de 2019, continua lenta e cita a aprovação da Nova Previdência como fundamental para a retomada do crescimento econômico. Para o secretário especial da Fazenda, Waldery Rodrigues, as novas regras para as aposentadorias aliadas a uma reforma tributária, que deve ser encaminhada em breve ao Congresso Nacional, têm o poder de fazer o PIB crescer nos próximos anos. “As duas [reformas] constituem medidas que afetam o que chamamos de PIB potencial da economia brasileira”, destaca Waldery Rodrigues. Para o subsecretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, entre os desafios do país para fazer a economia crescer está o aumento da produtividade. ”Ou o Brasil adota reformas pró-mercado, que estimulem a produção e o emprego ou nós continuaremos num cenário de baixo crescimento econômico.” Com Agência Brasil

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