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FocusEconomics reduz estimativa do PIB do Brasil de 2020 para -6,3%

17 junho 2020 - 17h42Por Investing.com
Por Gabriel Codas Investing.com - A FocusEconomics divulgou nesta quarta-feira o relatório FocusEconomics Consensus Forecast LatinFocus estimando que a economia brasileira deverá ter queda de 6,3%, o que representa uma piora de 1,5 ponto percentual diante da estimativa do mês passado. Para 2021, a expectativa é de alta de 3,4% no PIB. Os analistas acreditam que a economia deverá encolher este ano, pois as medidas de contenção prejudicam os gastos das famílias e os investimentos, enquanto a fraca demanda global deprime as exportações. Para eles, embora as medidas fiscais e de aumento de liquidez devam amortecer o golpe, a duração da crise e as tensões políticas representam mais riscos de queda. A consultoria destaca que economia brasileira contraiu no primeiro trimestre no ritmo mais acentuado desde o segundo trimestre de 2015, impulsionada principalmente por uma queda acentuada nos gastos das famílias em meio a medidas de distanciamento social, sendo provável que o segundo trimestre seja pior. A produção industrial mergulhou em ritmo recorde em abril, enquanto o PMI manufatureiro permaneceu atolado em território contracionista até maio, com paradas e restrições logísticas continuando a deprimir o setor. Apesar do número de mortes e do aumento de novos casos de vírus, começam a ser levantadas restrições para reiniciar a atividade: no início de junho, empresas e shopping centers foram autorizados a abrir em São Paulo e no Rio de Janeiro. Enquanto isso, as autoridades também anunciaram uma nova linha de crédito de até R$ 20 bilhões para pequenas e médias empresas, que deve entrar em operação no final de junho. Em relação à América Latina, a estimativa agora é de queda de 6,3% na economia em 2020, com a pandemia levando a região à sua pior contração econômica em mais de um século neste ano. O documento aponta que isso ocorrerá através de múltiplos canais, incluindo a ruptura das cadeias de valor e o colapso dos preços das commodities, e a parada repentina na produção e atividade no mercado interno. O espaço fiscal limitado para combater os efeitos da crise obscurece ainda mais as perspectivas.
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