quinta, 27 de janeiro de 2022
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Golpes internet

Fique de olho em 3 golpes comuns na internet durante a pandemia

11 junho 2020 - 16h20Por Redação SpaceMoney
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O Brasil tem uma das maiores taxas de tentativa de fraude na internet do mundo, 2,52%, perdendo só para o México no ranking, segundo estudo do sistema Konduto. É fácil imaginar que esse número vai aumentar ainda mais com a pandemia, com o digital se tornando nosso principal meio de trabalho, compras e convívio.  Para você ficar esperto e se proteger dos golpes que estão rolando na internet, preparamos esta SpaceDica

1. O boleto falso

Muitas lojas online, além de serviços diversos, como TV a cabo, dão a opção de pagamento via boleto bancário. Se aproveitando disso, golpistas entram em contato com devedores, por ligações ou mensagens, propondo acordos abaixo do débito real.  Uma vez que o consumidor aceita a proposta, há o envio de um boleto falso via email ou Whatsapp, com o valor a ser pago sendo direcionado para um destinatário desconhecido. Geralmente, a vítima só percebe o golpe quando a verdadeira empresa de cobrança entra em contato. 

2. Mapa do coronavírus

O mapa interativo da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, que mostra ocorrências de covid-19 por região, foi manipulado para espalhar um malware de roubo de informações, o AZORul. Os usuários recebiam emails com um link que supostamente levava ao mapa, mas se tratava de um pishing, estratégia faz com que usuários abram anexos com malware que rouba informações pessoais e financeiras. Assim, é possível que os golpistas tenham acesso a logins bancários, por exemplo.

3. Lives falsas

O Procon notificou sobre o pedido de doações em lives falsas no Youtube: as transmissões fake reproduzem o sinal ao vivo da live oficial, mas com QR Codes e contas diferentes das originais. Os valores supostamente eram destinados à famílias afetadas pelo covid-19.  O Procon afirmou sobre o caso, que aconteceu em lives de cantores sertanejos, que "o Google Brasil [...] não demonstra que houve atuação contundente e preventiva para proteger os consumidores-usuários".

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