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Em dia de correção, Ibovespa fecha em alta de 0,76% e dólar cai 0,86%

03 fevereiro 2020 - 18h41Por Redação SpaceMoney
O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, encerrou esta segunda-feira (03) com valorização de 0,76%, aos 114.629,21 pontos, seguindo movimento global de ajuste nas bolsas de valores após as fortes quedas registradas nos últimos dias devido ao temor de alastramento da epidemia do novo coronavírus.  Já o dólar comercial fechou o dia com queda de 0,86%, cotado a R$ 4,249. Na semana passada, a moeda americana fechou com maior valor desde a criação do Real, cotado a R$ 4,286, mas a ausência de novas notícias sobre o coronavírus fez com que houvesse uma desvalorização. Veja os principais fatores que influenciaram o mercado financeiro no Brasil e no exterior na sessão de hoje:

PMI brasileiro

O Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) brasileiro divulgado nesta segunda-feira (03) subiu a 51,0 em janeiro, depois de ter terminado 2019 a 50,2, informou o IHS Markit. Leituras acima de 50 indicam expansão. No lado positivo do indicador, produção, encomendas e emprego tiveram aumento.Já no lado negativo, as exportações voltaram a cair, mas a um ritmo mais desacelerado do que em dezembro.

Boletim Focus

O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (03) mais uma edição do Boletim Focus, que traz projeções do mercado para alguns indicadores da economia nacional. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é uma prévia da inflação oficial, a expectativa para o final de 2020 caiu de 3,47% para 3,40%. Já a o mercado projeta que a Selic caia para 4,25% ao ano até o fim de 2020. Esse seria o último corte na taxa básica de juros, que só aumentaria até chegar, em 2021, a 6%. Por fim, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 2,31% para 2,30% em 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%.

Mercados asiáticos

Na volta do feriado do Ano Novo Chinês, a bolsa de Xangai encerrou com forte queda de 7,72%. Apesar disso, o índice de Hong Kong teve uma leve alta e os de Japão e Coreia do Sul fecharam em queda. 

Crise com coronavírus

O número de casos confirmados e mortes pela nova cepa (variedade) de coronavírus só aumenta. Até a última atualização, 362 pessoas morreram e mais de 17 mil já foram contaminadas, com a maioria dos casos ocorrendo na China. No final de semana, foi confirmada a primeira morte fora do território chinês, nas Filipinas.  Na quinta-feira passada (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta de atenção global para evitar a propagação do vírus. Mesmo assim, a instituição não restringiu viagens internacionais. No Brasil, 16 casos suspeitos da doença estão sendo investigados em pessoas que estiveram ou entraram em contato com pessoas que viajaram para a China nos últimos meses.

Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza na próxima terça (4) e quarta-feira (5) a primeira reunião de 2020. As expectativas são de uma nova redução na taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,50%, para 4,25%. Com a redução dos juros, o crédito é estimulado e isso reaquece a economia. Com isso, a inflação tende a aumentar. Por isso, o BC mantém a atenção no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), atualmente abaixo do centro da meta. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom analisam as possibilidades e definem a Selic.  
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