quinta, 02 de dezembro de 2021
Ibovespa ao vivo

Dólar cai forte para R$ 4,86; Ibovespa tem mais de 2% de ganhos com otimismo em NY e Vale

08 junho 2020 - 14h23Por Redação SpaceMoney

O Ibovespa, principal índice acionário da B3, a bolsa brasileira, operava em alta durante o pregão desta segunda-feira (08), sob influência do otimismo nas bolsas de Nova York. A máxima do minério de ferro também ajuda, já que puxa as ações da Vale. Por volta das 14h22, os ganhos eram de 2,68%, aos 96.881 pontos. O dólar voltou a cair, com a maior exposição do investidor ao risco. A moeda norte-americana registrava desvalorização de 2,34%, cotada a R$ 4,869. Veja os principais fatores que influenciam o mercado financeiro na sessão de hoje:

Mercados internacionais

No Japão, o índice Nikkei 225 fechou em alta de 1,38%. O Shangai Composite subiu 0,24%. Na Europa, DAX 30 fechou com perdas de 0,22% e FTSE 100 caiu 0,18%. CAC 40 teve queda de 0,43%. Nos EUA, Dow Jones e S&P 500 registravam ganhos de 0,93% e 0,51%, respectivamente. Nasdaq sonda a estabilidade, a 0,02%.

Dados econômicos

Os investidores continuam surfando no otimismo com a melhora nos dados econômicos apresentados ao redor do mundo. Na última sexta-feira, 05, os Estados Unidos apresentaram 2,5 milhões de empregos recuperados e queda na taxa de desemprego, para 13,3%.

Por outro lado, a Alemanha apresentou os piores dados industriais da história, com queda de 17,9% em sua produção. No Japão, o PIB do primeiro trimestre veio acima do esperado, queda de 2,2% contra expectativa de retração de 3,4%.

Petróleo

Em reunião no último sábado, 06, a Opep (Organização dos Países Produtores de Petróleo) anunciou extensão do corte de produção em 10 milhões de barris por dia até o final de julho, com o objetivo de estabilizar a oferta e demanda da commodity em maio à pandemia.

Cenário político

O fim de semana foi marcado por protestos antirracistas no mundo e, no Brasil, a pauta também foi adotada em manifestações contra o governo Bolsonaro. Porto Alegre, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo tiveram protestos no último domingo.

No fim de semana, a polêmica foi a mudança na divulgação dos números referentes aos casos e mortes por coronavírus no país. Além de atrasar o horário da publicação, das 19h para 22h, o boletim passou a informar apenas os dados das últimas 24h. Ontem, o governo voltou ao esquema anterior de divulgação, mas os dados apresentaram contradições — primeiro, foram informadas 1382 mortes, número depois alterado para 525.

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