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varejo coronavírus

Crise no varejo? Quem investiu em e-commerce sai na frente, diz Guide

27 março 2020 - 13h33Por Redação SpaceMoney
Em relatório publicado hoje (27), a Guide Investimentos conclui que varejistas de grande porte com e-commerce (canal de vendas digitais) bem desenvolvido podem se beneficiar no cenário gerado pela pandemia de coronavírus, apesar dos impactos negativos no setor de varejo como um todo. No artigo, 16 corporações têm seu futuro avaliado. Analistas veem oportunidade para Magazine Luiza, Lojas Americanas, B2W e Via Varejo, que "possuem bastante experiência com a plataforma e oferecem uma enorme variedade de serviços através dela".   O cenário causado pela Covid-19 é desaforável para companhias, porque não apenas leva gestores públicos a decretarem isolamento horizontal - logo, os consumidores permanecem em casa e consomem menos - como também alguns governadores decretaram fechamento de lojas físicas e shoppings, como em São Paulo. Isso prejudicará varejistas menores ou sem plataformas digitais bem trabalhadas, mas também "pode significar uma oportunidade futura com mais pessoas testando e conhecendo o serviço", avalia a consultora. Assim, a Guide acredita que empresas de grande porte se beneficiarão da situação, como Carrefour ou Lojas Americanas. "Diante das preocupações cada vez maiores com o coronavírus, muitas pessoas optam por realizar grandes compras de produtos pertencentes aos setores alimentícios e também alguns do setor de farmácia", dizem analistas. "Por conta disso, alguns supermercados de porte médio acabaram por desistir de operar através do e-commerce durante este período devido à dificuldade de administrar os dois canais", já que teriam que migrar o estoque das lojas para centros de distribuição.  Também enxergam uma certa vantagem para as empresas "bem capitalizadas", que aproveitariam o período em que estão de lojas fechadas para proteger ainda mais o caixa, como Lojas Renner e a Centauro. Por outro lado, Vivara, Arezzo e Hering são algumas das empresas que correm mais risco agora, já que a força nas operações vem de meios "totalmente físicos", como define a Guide. São analisadas no documento: Alpargatas, Arezzo, Burger King, B2W, C&A, Carrefour, Centauro, Grendene, Guararapes, Hering, Lojas Americanas, Lojas Renner, Magazine Luiza, Marisa, Via Varejo e Vivara.
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