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xp carteiras recomendadas

Confira o que a XP espera para suas carteiras nos próximos 5 anos

04 maio 2020 - 17h29Por Redação SpaceMoney

Em artigo publicado hoje (4), a XP Investimentos publica os possíveis rendimentos de suas carteiras para os próximos cinco anos, baseado em três cenários: base, otimista ou pessimista. "No cenário base as reformas (Previdência, Fiscal, etc.) e as privatizações são capazes de estabilizar a relação entre dívida bruta e PIB, com nenhum ou pouco aumento de impostos", explicam especialistas. Esse cenário teria entre 70% e 75% de chance de acontecer. "Lucros das empresas continuam a se expandir, e há espaço para os multimercados capturarem sua apreciação e o fechamento das curvas de juros", definem. Já o cenário otimista é baseado em aprovação das reformas da previdência e fiscal, entre outras na mira do Congresso, além de privatizações; com resultados além do que espera a XP, "tanto em termos fiscais quanto em crescimento econômico". Mas as chances que aconteça são menores, de 5% apenas. O cenário pessimista conta que as reformas fiscais não avancem na agenda dos governos, "com a relação entre dívida e PIB permanecendo em xeque e recuperação lenta da economia", define a XP. "Nesse cenário, há uma deterioração dos preços ativos atrelados ao Brasil, e as carteiras ideais devem ter uma diversificação internacional muito maior para buscar retornos". Há até 25% de chance que ele se consolide.

Rendimentos esperados

A progressão nos próximos 5 anos das carteiras será a seguinte: A carteira CDI terá retorno de 5,07% no cenário base, 6,79% no pessimista e 4,67% no otimista. A de IPCA acumulará 3,38% no base, 3,8% no pessimista e 3,19% no otimista. Carteira de perfil conservador renderia em torno de 7,45% no cenário base; 9,08% no pessimista e 7,98% no otimista. Já os moderados podem ter retornos próximos de 8,19% na visão de base dos analistas; 10,89% no pior dos casos e 8,86% em cenários otimistas. Por último, as alocações agressivas renderiam cerca de 9,17% em um cenário mais neutro; 6,86% no de baixas e 10,23% se os próximos cinco anos forem positivos para a economia brasileira. É possível ler o relatório completo aqui.  
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