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BTG Pactual cria banco de varejo digital sob comando do ex-GVT Amos Genish e prepara oferta de R$ 2 bi para entrar no Nível 2

29 maio 2019 - 10h00Por Angelo Pavini
O banco BTG Pactual anunciou hoje uma série de medidas, a começar pela criação de um banco digital, reunindo as várias atividades e empresas de investimento, crédito, seguro e serviços da instituição voltadas para o grande público, sob comando do empresário israelense naturalizado brasileiro Amos Genish, fundador da GVT e ex-presidente da TIM e da Vivo. Anunciou ainda a intenção de migrar para o Nível 2 de governança corporativa da B3 e, para isso, fará uma oferta pública de papéis no valor de R$ 2 bilhões para aumentar a liquidez de seus recibos de ações (units). O BTG está ainda vendendo mais uma fatia de sua participação no banco suíço . O banco de varejo será uma unidade de negócios do BTG, chamada de tech-enabled retail unit, e vai consolidar as iniciativas digitais no segmento de varejo, sob uma liderança única, com o objetivo de se tornar uma unidade de varejo completa com os serviços de um banco digital.

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Plataforma do Banco Pan e Too Seguros

A unidade de negócios terá soluções de investimentos, conta corrente e transações bancárias por meio do BTG Pactual Digital; serviços financeiros a pequenas e médias empresas (PMEs), incluindo crédito, via plataforma digital; consumer finance e serviços bancários, por meio da participação detida no Banco Pan; Plataforma de seguros pelas participações detidas na Too Seguros e na BIT Pagg e BIT Seguros; capacitação em análise de dados, performance marketing e user experience por meio de serviços prestados pela Decode; e boostLAB, a aceleradora de scale-ups e originadora de negócios para o BTG Pactual dentro do ecossistema digital. A nova unidade será liderada pelo empresário Amos Genish, que passará a integrar o BTG Pactual como sócio sênior.

Oferta Pública Secundária de Distribuição de Units

O Banco e a BTG Pactual Holding disseram ainda que têm a intenção de realizar uma oferta pública secundária de distribuição de Units BPAC11 (“Units”) do BTG Pactual detidas pela BTG Pactual Holding, envolvendo aproximadamente R$ 2 bilhões. O BTG Pactual espera que a oferta resulte no aumento do sua liquidez de mercado (free float) e consequentemente na maior liquidez das Units listadas e negociadas na B3 e na sua adesão ao segmento especial de listagem Nível 2 de Governança Corporativa da B3. Para tanto, já contratou instituições financeiras locais e internacionais para atuarem como coordenadores da potencial oferta.

Adesão ao Nível 2

Segundo o BTG, modo a reafirmar o seu compromisso com a contínua melhoria de sua governança e alinhamento às melhores práticas do mercado, o banco solicitou à B3 adesão ao segmento especial de listagem Nível 2 de Governança Corporativa. A B3 aprovou a potencial Adesão, condicionada (i) à conclusão da Oferta, (ii) à manutenção, em livre circulação, de Units representativas de no mínimo 21% de seu capital social, e, (iii) à recomposição do free float, conforme seja necessária, em até 18 meses, a contar da data de divulgação do Fato Relevante.

Ajuste de participação no suíço EFG

O BTG informou ainda que o banco e a BTG Pactual Holding têm a intenção de transferir aproximadamente 25% do capital social do EFG International AG, instituição financeira suíça listada, para a BTG Pactual Holding . Após a transferência, o banco permanecerá com cerca de 5% do capital social do EFG. A transação está sujeita às aprovações regulatórias aplicáveis, que se darão em duas etapas: (i) aprovação para a transferência de parcela correspondente a cerca de 10% do capital social do EFG, junto com passivos do BTG de aproximadamente R$ 830 milhões, cujos termos e condições já se encontram em fase de análise pelas autoridades regulatórias aplicáveis, não sujeita à conclusão da oferta; e (ii) aprovação para a transferência de parcela adicional de cerca de 15% do capital social do EFG, após submissão às autoridades regulatórias. A transferência de participação no EFG, bem como dos passivos, para a BTG Pactual Holding, se dará pelos seus respectivos valores contábeis no balanço do Banco BTG, no momento da efetiva transferência. Assim, não é esperado impacto nos resultados financeiros do BTG. A transferência de participação no EFG inclui todos os potenciais direitos e obrigações inerentes, inclusive aqueles decorrentes do procedimento arbitral envolvendo o Banco e a Generali, no âmbito da aquisição do BSI S.A..

Aumento do capital regulatório de Basileia

Segundo o BTG, a transação permitirá uma percepção mais clara da performance dos negócios do BTG Pactual, bem como um substancial aumento dos índices de capital regulatório do Banco, especialmente o aumento de seu Core Tier 1 Equity, estimado em 3,20 pontos percentuais, dos atuais 10,2% para 13,4%, para a data-base de 31 de março de 2019. “Espera-se que o aumento do capital regulatório permitirá, ainda, que o Banco se beneficie de forma acentuada das significativas oportunidades de crescimento de seus negócios core nos mercados da América Latina”. diz o comunicado do BTG. O post BTG Pactual cria banco de varejo digital sob comando do ex-GVT Amos Genish e prepara oferta de R$ 2 bi para entrar no Nível 2 apareceu primeiro em Arena do Pavini.
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