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BTG mantém compra para BK Brasil e corta preço-alvo para R$ 13

18 maio 2020 - 13h27Por Investing.com
Por Gabriel Codas Investing.com - Em relatório divulgado nesta segunda-feira, o BTG Pactual (SA:BPAC11) manteve a recomendação de compra para o Burger King (SA:BKBR3) Brasil, mas cortou o preço-alvo dos ativos de R$ 26,00 para R$ 13,00. A equipe justifica a revisão para os impactos sofridos nos últimos trimestres, mesmo antes da Covid-19, com a maior concorrência com players regionais e com seu maior rival, o Mc Donald´s. Na parte da manhã desta segunda-feira, as ações somam 2,04% a R$ 9,01 às 13h27, após subir mais de 4% na abertura. A equipe do banco cita também a operação de delivery subdesenvolvida e o fechamento de lojas durante a quarentena também não ajudando. Eles destacam que, depois de um período de grande expansão em shoppings desde que começou como franqueado principal do Burger King, o crescimento nos últimos dois anos se baseou muito mais no formato independente. Assim, o BTG explica que, combinando uma execução gerencial superior e um sólido plano de crescimento (que inclui acelerar seu canal on-line), o desenvolvimento de seu CRM para ser mais assertivo em descontos (aliviando a pressão da margem) e um sólido balanço patrimonial, a empresa é vista como uma atraente chamada de longo prazo, ganhando participação no setor de QSR. Os analistas reduziram as estimativas para BKBR (34% para a receita líquida em média nos 3 anos e 59% para EBITDA), enquanto aplicam um modelo de avaliação combinada (DCF + múltiplo de saída) atingindo um novo alvo. Para eles, BKBR3 negocia a 6,0x EV / EBITDA 2021, um desconto de 51% para pares internacionais, com um CAGR final de 29% em 2020-2025, implicando valorização de 47% em relação ao preço-alvo. O documento aponta que com as lojas praticamente fechadas, o setor terá alguns restaurantes declarando falência; outros relatam que em breve não poderão cobrir aluguel e custos com pessoal. Somente nos EUA, até 7 milhões de trabalhadores de restaurantes podem perder o emprego até junho, conforme a Associação Nacional de Restaurantes. No futuro, a reabertura de restaurantes será um processo lento. As cadeias, com os recursos legais e as estruturas corporativas para navegar no complexo processo de obtenção de empréstimos e doações do governo, provavelmente serão reabertas rapidamente. O BTG entende que os próximos meses serão um "modo de sobrevivência", mas enxergam espaço para mais consolidação entre as maiores e mais capitalizadas cadeias nos próximos anos (embora com mudanças estruturais no setor).
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