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Crescimento

BC: atividade cai 2,52% em março e fecha 1º tri com alta só de 0,23%; dados reforçam queda dos juros

15 maio 2019 - 14h10Por Angelo Pavini
O Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), que serve de prévia para o crescimento do PIB calculado pelo IBGE, registrou queda de 0,28% de fevereiro para março, recuando 2,52% em relação a março de 2019. Segundo o Banco Fator, os resultados negativos já eram esperados, mas a queda efetiva foi superior à indicada pela mediana das projeções do mercado: -0,2% na margem e -2,0% na comparação interanual, segundo levantamento da agência de notícias Bloomberg. O índice com ajuste sazonal recuou para 136,68 pontos, retornando ao nível de março de 2018 (136,67 pontos). Assim, o índice acumulou no primeiro trimestre deste ano queda de 0,68% sobre o último trimestre do ano passado. Segundo o Fator, as pesquisas do IBGE já indicavam resultado ruim, com cortes de 0,7% na produção industrial, recuo de 0,6% no volume de serviços e fraca alta de 0,3% nas vendas no varejo restrito (sem construção e automóveis), todas na comparação com o quarto trimestre. Em relação ao primeiro trimestre de 2018, o IBC-Br avançou somente 0,23%, desacelerando significativamente em relação ao resultado do último trimestre do ano passado, no qual o índice avançou 1,55%. Quer investir em ações? Clique aqui e fale com um assessor da Ipê Investimentos e ganhe gratuitamente uma consultoria. Segundo o Fator, os dados reiteram o cenário de fraca atividade no primeiro trimestre de 2019 com queda no PIB em relação ao último trimestre de 2018 e desaceleração para uma alta inferior a 1% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado.

Crescimento em torno de 1% no ano

O banco avalia ainda que o IBC-Br continua indicando que o PIB irá crescer em torno de 1% em 2019. O índice do Banco Central desacelerou para uma alta interanual de 1,05% em março, levando em consideração seu desempenho em doze meses, e mantém ritmo de crescimento em torno de 1,2% desde janeiro de 2018.

Caminho aberto para corte dos juros

Para o Fator, expectativa do resultado negativo do PIB no primeiro trimestre “torna evidente a necessidade de corte adicional na taxa Selic”. “Esperamos que o Banco Central anuncie dois cortes de 0,25% no segundo semestre, de modo que a taxa encerre o ano em 6,00%”, diz o banco em relatório. A redução, porém, não terá impacto relevante na atividade ainda este ano. “A queda dos juros, caso repassada pelo sistema bancário, pode ajudar empresas a se refinanciarem e melhorarem seus balanços, ajudando na recuperação de alguma confiança, independente do resultado da reforma da Previdência”, diz o Fator. O post BC: atividade cai 2,52% em março e fecha 1º tri com alta só de 0,23%; dados reforçam queda dos juros apareceu primeiro em Arena do Pavini.
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