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M. Dias Branco: BB-BI reitera compra e coloca preço-alvo em R$ 47 para 2021

11 agosto 2020 - 12h55Por Investing.com

Por Gabriel Codas, da Investing.com - Depois da divulgação dos números do segundo trimestre do ano na sexta-feira, o Banco do Brasil Investimentos (BB-BI) divulgou relatório introduzindo um novo preço-alvo de R$ 47,00 para as ações da M. Dias Branco (SA:MDIA3). Além disso, o banco reitera também a recomendação de compra. A equipe de analistas destaca que, mesmo com trade down ocasionado pela desaceleração econômica, principalmente na região Nordeste, a empresa tem estrategicamente focado em iniciativas para acompanhar o movimento de maior consumo de categorias como Água e Sal e Maria/Maizena, por exemplo, de forma a sustentar margens. Para os analistas, a M.Dias Branco reportou mais um resultado positivo no 2T20. Mesmo diante de um cenário mais adverso, com maiores custos e efeito trade down (compra de produtos de menor valor agregado) em decorrência da desaceleração econômica, a empresa conseguiu sustentar margens no comparativo anual.

Acima das estimativas

Na avaliação deles, a eficiente execução permitiu que os volumes aumentassem 19% anualmente, ficando acima das estimativas do banco. Isso, combinado ao incremento de 3% a/a em preços médios, fez a receita atingir R$ 1,9 bilhão (8% acima de nossas estimativas e 6% acima do consenso). O já esperado aumento dos custos com insumos, em decorrência também do dólar mais forte, foi compensado pela maior diluição dos custos fixos com uma maior utilização de capacidade (crescimento anual de 5%), e pelo aumento da verticalização de farinha de trigo, que atingiu seu maior nível, em 99%, desde a aquisição de Piraquê. O banco destaca ainda como positiva a integração de Piraquê e sinergias alcançadas até o momento, que permitiram com que a empresa adquirida em 2018 chegasse a uma margem EBITDA de 23,7%, bastante superior à margem antes da aquisição, de 14% em 2017, e acima da média histórica de M. Dias Branco de 15,3%. Assim, e também considerando o controle mais rígido de despesas, o EBITDA do consolidado atingiu R$ 226 mn (8% acima das estimativas e 3% abaixo do consenso), com margem de 12%, estável a/a. Para os próximos trimestres, a equipe espera que os repasses de preços, que devem acontecer ao longo do 2S20, segundo a empresa afirmou em teleconferência, o posicionamento estratégico dos produtos com distribuição e expansão de vendas em regiões de maior poder aquisitivo (Sul e Sudeste), possibilitando a venda de produtos de maior valor agregado, e o controle mais rígido de despesas, devem compensar o cenário ainda adverso para os custos das commodities com o dólar em patamares mais elevados.
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