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Balanços: veja previsões para Oi, B3, B2W, CVC, Inter, JBS, Natura e mais

13 agosto 2020 - 16h51Por Investing.com

Balanços

Por Gabriel Codas, da Investing.com - A temporada de balanços do 2T20 continua nesta quinta-feira, depois do fechamento do pregão, quando são esperados os resultados de diversas empresas, com destaque para B3 (SA:B3SA3), B2W (SA:BTOW3), CVC (SA:CVCB3), JBS (SA:JBSS3), Natura (SA:NTCO3), Oi (SA:OIBR3),e Sabesp (SA:SBSP3).

O mercado estima, mais uma vez, que os números serão afetados pela pandemia da Covid-19, como no caso das empresas do setor de varejo, incorporadoras imobiliárias, administradora de shoppings e locadora de veículos. A exceção deve ser os frigoríficos, que foram favorecidos pela evolução do dólar e a demanda contínua por produtos pela China. Estima-se que as elétricas também tiveram um baixo impacto pela crise.

Também apresentam os balanços a Americanas, Suzano (SA:SUZB3), Rumo (SA:RAIL3), Banco Inter (SA:BIDI4), Cyrela (SA:CYRE3), entre outras.

Confira as principais estimativas do mercado

B3

O consenso de mercado estima lucro líquido da operadora da bolsa de R$ 0,50 por ação, ante resultado positivo de R$ 0,32 por ação entre abril e junho de 2019. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,62 por papel, acima dos R$ 0,50 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 1,86 bilhão, uma alta em relação aos R$ 1,42 bilhão do mesmo período de 2019. Entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 1,91 bilhão.

O BTG Pactual (SA:BPAC11) estima lucro líquido de R$ 959 milhões, com receita de R$ 1,929 bilhão, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,535 bilhão e margem de 80%.

JBS

A previsão do mercado é de lucro líquido de R$ 0,96 por ação do frigorífico, contra R$ 0,82 de um ano antes. No 1º trimestre, a companhia teve perdas de R$ 2,23 por papel, pior do que os -R$ 0,48 estimados.

Já a mediana para a receita líquida é de R$ 68,24 bilhões, alta ante os R$ 50,84 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 56,48 bilhões.

A XP Investimentos espera resultados fortes no 2T20, com receitas chegando a R$ 69,2 bilhões, enquanto o EBITDA deve chegar a R$ 6,1 bilhões (margem de 11,5%, +151 pontos base ao ano). A pandemia levou ao fechamento temporário de plantas, afetando a produção. Em contraposição, aumento nos preços da carne ajudou a aumentar as margens em todo o setor.

Analistas apontam que resultados no Brasil foram impulsionados pela depreciação do real frente ao dólar, além da resiliência das plantas locais aos riscos sanitários. Do lado negativo, México e Austrália podem decepcionar no período, com margens reduzidas entre os preços de animais vivos e os preços de proteínas.

Já o BTG Pactual acredita em lucro líquido de R$ 3,843 bilhões, com receitas de R$ 69,025 bilhões, acima do consenso. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 7,618 bilhões e margem de 11%.

Lojas Americanas

O lucro líquido esperado é de R$ 0,04 por ação, menor do que os R$ 0,07 por ação de um ano antes. No primeiro trimestre, as perdas foram de R$ 0,03.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 3,94 bilhões, uma altae m relação aos R$ 2,95 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 4,06 bilhões.

Os analistas da XP esperam um resultado fraco, negativamente impactado pelo período de quarentena relacionado à COVID-19 (cerca de 30% das lojas da companhia permaneceram fechadas ao longo do trimestre).

Dessa forma, eles projetam que a receita líquida tenha apresentado uma queda anual de 22,6% no trimestre, ou 25,8% no conceito mesmas lojas. Em relação à rentabilidade, a estimativa é de uma margem EBITDA relativamente estável na comparação anual, em função das iniciativas de eficiência da companhia, o que resultaria em uma contração de EBITDA de 23%. Por fim, estima-se contração anual do lucro líquido de 82,5%, para R$ 33 milhões.

B2W

Espera-se prejuízo líquido para empresa de e-commerce de R$ 0,10 por ação, melhor que o prejuízo de R$ 0,28 por papel um ano antes. No 1º trimestre, a companhia teve perdas de R$ 0,22 por papel.

Estima-se receita líquida de R$ 2,17 bilhões, alta em relação aos R$ 1,48 bilhão do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 1,7 bilhão.

A XP espera resultado forte, com a empresa mantendo um forte ritmo de vendas totais (GMV) no trimestre. A equipe projeta um crescimento anual de 7,32% no GMV (vs. 27,4% no 1T20).

Entretanto, analistas acreditam em expansão anual de margem EBITDA de apenas 0,4 p.p  atingindo 7,9%. Por fim, a estimativa é de um prejuízo de R$ 95 milhões no 2T20, resultado melhor ao prejuízo de R$ 128 milhões reportado no mesmo trimestre do ano anterior.

Natura

O consenso é de prejuízo líquido de R$ 0,15 por ação, queda em relação aos R$ 0,22 de um ano antes. No 1º primeiro, as perdas fora de R$ 0,69 por papel.

Os analistas aposta em uma receita líquida de R$ 7,28 bilhões, alta em relação aos R$ 3,4 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 7,52 bilhões.

Já o BTG Pactua, acredita em prejuízo líquido de R$ 338 milhões, com receitas de R$ 6,499 bilhões, acima do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 448 milhões e margem de 7%.

Suzano

É esperado um prejuízo líquido de R$ 0,04 por ação, ante R$ 0,51 positivo de um ano antes. No primeiro trimestre, a companhia teve perdas de R$ 9,94 por papel. 

A projeção da receita líquida é de R$ 7,17 bilhões, alta em relação aos R$ 6,7 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 7 bilhões.

A XP avalia que são esperados bons volumes (+25% A/A, -3% T/T) no segmento de celulose, devido à forte demanda por tissue (papeis sanitários), compensando parcialmente os preços mais baixos, seguindo o preço da celulose de fibra curta na China.

É importante destacar que o dólar mais alto no trimestre deve impactar negativamente o lucro líquido – além da estratégia de hedge – e a alavancagem pode atingir 6,3x dívida líquida/EBITDA. 

Já o BTG Pactual acredita em prejuízo líquido de R$ 2,658 bilhões, com receitas de R$ 6,687 bilhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 3,471 bilhão e margem de 52%.

Oi

É esperado um prejuízo líquido de R$ 0,33 por ação, pior que os R$ 0,17 de um ano antes. No primeiro trimestre, a companhia teve perdas de R$ 1,08 por papel.

Em relação à receita líquida, os analistas projetam R$ 4,6 bilhões, uma queda em relação aos R$ 5,09 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 4,7 bilhões.

Energisa

O consenso é lucro líquido de R$ 0,63 por ação, melhor que o prejuízo de R$ 0,09 de um ano antes. No primeiro trimestre, a companhia teve ganhos de R$ 0,32 por papel.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 4,22 bilhões, uma queda em relação aos R$ 4,43 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 4,26bilhões.

Já o BTG Pactual acredita em lucro líquido de R$ 274 milhões, com receitas de R$ 5,122 bilhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 829 milhões e margem de 16%.

Equatorial

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da elétrica de R$ 0,36 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 1,04 para cada ativo. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,37 por papel.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 3,05 bilhões; ou seja, uma alta em relação aos R$ 3,02 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 4,21 bilhões.

A equipe da XP estima que os resultados do 2T20 da Equatorial refletirão integralmente os impactos da crise da Covid-19, principalmente uma redução na demanda de energia consolidada de -1,5%  (-3% na Equatorial  Piauí, -2,5% na Equatorial Pará, – 1,5% na Equaltorial Alagoas e + 0,6% na Equatorial Maranhão) e um potencial aumento nas provisões para inadimplência. Eles atualizam nosso preço alvo para R$22/ação, frente a R$20/ação anteriormente, e mantiveram recomendação Neutra.

Já o BTG Pactual acredita em lucro líquido de R$ 293 milhões, com receitas de R$ 4,574 bilhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 681 milhões e margem de 15%.

Copel

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da estatal de R$ 1,67 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 1,34 para cada ativo, quando eram esperados R$ 1,22. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 1,87 por papel, acima do que os R$ 1,83 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 3,63 bilhões; ou seja, uma alta em relação aos R$ 3,54 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 3,91 bilhões.

A XP Investimentos, no segmento de distribuição os resultados do 2T20 refletirão integralmente os impactos da crise da COVID-19, principalmente uma forte queda na demanda de energia e um aumento potencial nas provisões para inadimplência, dependendo da abordagem contábil de cada empresa.

Quanto ao segmento de geração, a equipe não espera uma grande deterioração nos resultados de potenciais renegociações no segmento de mercado livre, e observa melhores condições de hidrologia e preços de curto prazo mais baixos, devido à menor demanda geral, que podem contribuir para as margens brutas.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação neutra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 612 milhões, com receitas de R$ 4,245 bilhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,067 bilhão e margem de 25%.

Hapvida

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da operadora de planos de saúde de R$ 0,34 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,33 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,27. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,23 por papel.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 2,04 bilhões; ou seja, uma alta em relação aos R$ 1,28 bilhão do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 2,08 bilhões.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 257 milhões, com receitas de R$ 2,006 bilhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 451 milhões e margem de 22%.

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CCR

O consenso de mercado aponta para um prejuízo líquido da concessionária de R$ 0,07 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,17 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,18. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,14 por papel.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 1,74 bilhão; ou seja, uma queda em relação aos R$ 2,4 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 2,53 bilhões.

A XP Investimento estima que o tráfego consolidado de rodovias (incluindo a ViaSul) apresente uma queda de ~18% a/a, enquanto os volumes no segmento de Mobilidade Urbana deverão reduzir em ~68% a/a e os volumes nos aeroportos em praticamente 90% a/a.

Excluindo a ViaSul, a corretora espera que o tráfego comparável das rodovias apresente queda de ~22% na comparação anual. Devido à falta de alavancagem operacional seguindo a queda nas receitas, a aposta é de uma margem EBITDA consolidada menor na comparação anual, de ~52%.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em prejuízo líquido de R$ 31 milhões, com receitas de R$ 1,995 bilhão, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 809 milhões e margem de 41%.

brMalls

O consenso de mercado aponta para um prejuízo líquido da estatal de R$ 0,01 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,18 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,18. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,09 por papel, pior do que os R$ 0,11 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 81,75 milhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 329,69 milhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 269 milhões.

A XP Investimentos projeta que o trimestre seja amplamente impactado pelo surto de Covid-19 e o consequente fechamento dos estabelecimentos durante o trimestre. Os analistas esperam uma queda de ~29% a/a na receita líquida, impactada principalmente pela redução nas receitas de estacionamento (cuja queda estimamos em -82% a/a) e aluguel percentual (que estimamos em -80% a/a).

Tais impactos deverão ser parcialmente compensados pela linearização dos descontos ao longo da vida dos contratos, efeito que deverá exercer influência (positiva) relevante nos resultados desse trimestre. Desconsiderando o efeito da linearidade, a estimativa é de receita líquida de R$ 95 milhões e um EBITDA de R$ 41 milhões.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação neutra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 60 milhões, com receitas de R$ 203 milhões, acima do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 130 milhões e margem de 64%.

Cia. Hering

O consenso de mercado aponta para um prejuízo líquido da varejista de moda de R$ 0,25 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,30 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,35. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,03 por papel, pior do que os R$ 0,24 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 111,49 milhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 360 milhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 272,11 bilhões.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação neutra para o papel, acredita em prejuízo líquido de R$ 88 milhões, com receitas de R$ 135 milhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é negativo de R$ 26 milhões e margem de -19%.

Positivo

A XP Investimentos espera um resultado fraco no 2T20. No geral, a equipe acredita que a crise desencadeada pelo coronavírus tenha impactado negativamente o volume de vendas da companhia, especialmente nos segmentos corporativo e público.

Os analistas estimam uma queda de receita líquida de -17,5% na comparação anual, com os segmentos corporativo e público apresentando quedas de -35% e -30%, respectivamente. Em relação à rentabilidade, esperamos uma pressão de margem bruta e EBITDA de 6,3p.p. e 5,0pp A/A, respectivamente, em parte impactadas por uma variação cambial forte no trimestre.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 1 milhão, com receitas de R$ 400 milhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 24 milhões e margem de 6%.

Veja os fatores que influenciaram os mercados nesta quinta-feira (13)

Banco Inter

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido do banco digital de R$ 0,02 para cada ação. Nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve perdas de R$ 0,03 por papel, pior do que os R$ 0,02 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 294,71 milhões. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 297,3 milhões.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 3 milhões. Anteriormente, um ano antes, foi de R$ 33 milhões e prejuízo de R$ 8 milhões nos três primeiros meses de 2020.

Sabesp

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da estatal de R$ 0,73 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,66 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,91. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve perdas de R$ 0,73 por papel.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 3,56 bilhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 3,68 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 3,54 bilhões.

Para a XP Investimentos, o resultado do 2T20 da Sabesp deve ser um pouco mais fraco, dado  o adiamento do reajuste tarifário de 2,5% pela agencia reguladora, Arsesp, as isenções para clientes de baixa renda até 15 de agosto, as provisões potencialmente mais altas para inadimplência e a maior participação da demanda residencial no mix, o que implica tarifas médias mais baixas.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 481 milhões; além de receitas de R$ 3,472 bilhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,595 bilhão e margem de 46%.

Unidas

O consenso de mercado aponta para um prejuízo líquido da locadora de veículos de R$ 0,03 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,55 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,91. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,16 por papel, pior do que os R$ 0,17 estimados.

Já em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 738,6 milhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 1,18 bilhão do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 1,21 bilhão.

A XP Investimentos projeta queda de 25% nos volumes de Aluguel de Carros (RAC) no 2T em relação ao trimestre anterior (ou crescimento de ~1% a/a), volumes praticamente estáveis no segmento de aluguel de frota em uma base trimestral (implicando em um aumento de 2,5% a/a) e que ~10,6 mil veículos sejam vendidos na operação de Seminovos (-31 % a/a).

A equipe espera que as margens do RAC e de Seminovos sofram mais devido aos volumes mais baixos (prevemos uma margem negativa de ~2% em Seminovos). No segmento de frotas, são eseprados volumes ainda altos, a expectativa em relação às margens é que sofram menos (menor em ~140 bps na comparação trimestral).

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 11 milhões; além de receitas de R$ 629 milhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 224 milhões e margem de 36%.

CPFL

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da elétrica de R$ 0,49 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,50 para cada ativo. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,79 por papel, melhor do que os R$ 0,68 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 6,38 bilhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 6,53 bilhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 7,04 bilhões.

Já o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 561 milhões, com receitas de R$ 5,498 bilhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,407 bilhão e margem de 26%.

Cemig

Para a XP Investimentos, o segmento de distribuição, Cemig D, os resultados do 2T20 refletirão integralmente os impactos da crise da Covid-19, principalmente uma forte queda na demanda de energia e um aumento potencial nas provisões para inadimplência, dependendo da abordagem contábil de cada empresa.

Em relação ao segmento de geração, a equipe não espera uma grande deterioração nos resultados de potenciais renegociações no segmento de mercado livre, e observa melhores condições de hidrologia e preços de curto prazo mais baixos, devido à menor demanda geral, que podem contribuir para as margens brutas.

Por outro lado, o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 326 milhões, com receitas de R$ 5,68 bilhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,026 bilhão e margem de 18%.

Rumo

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido da empresa de logística de R$ 0,25 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,12 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,13. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve perdas de R$ 0,18 por papel.

De outra forma, em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 1,89 bilhão; ou seja, uma alta em relação aos R$ 1,73 bilhão do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 1,42 bilhão.

Por outro lado, o BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 217 milhões, com receitas de R$ 2,09 bilhões, acima o consenso do mercado. Por fim, o Ebitda esperado é de R$ 1,082 bilhão e margem de 54%.

Cyrela

O consenso de mercado aponta para um lucro líquido incorporadora de R$ 0,03 para cada ação. Anteriormente, um ano antes, o resultado foi positivo, de R$ 0,30 para cada ativo, quando eram esperados R$ 0,23. Já nos três primeiros meses de 2020, a companhia teve ganhos de R$ 0,12 por papel, melhor do que os R$ 0,10 estimados.

Em relação à receita líquida, a mediana dos analistas aposta para R$ 527,13 milhões; ou seja, uma queda em relação aos R$ 937 milhões do mesmo período de 2019. Já entre janeiro e março, as entradas foram de R$ 765 milhões.

Por outro lado, BTG Pactual, que tem recomendação de compra para o papel, acredita em lucro líquido de R$ 28 milhões, com receitas de R$ 765 milhões, abaixo do consenso do mercado. Por fim, Ebitda esperado é de R$ 80 milhões e margem de 10%.

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