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Azul

Azul dispara com otimismo por vacina, emissão de debêntures conversíveis

09 novembro 2020 - 14h47Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - As ações ordinárias da Azul (SA:AZUL4) disparavam nesta segunda-feira, assim como de outros papéis do turismo brasileiro, após as farmacêuticas Pfizer e BioNTec anunciarem resultados positivos no desenvolvimento da vacina contra a Covid-19, o que anima as perspectivas para o setor.

Os papéis da aérea brasileira avançavam 14,81%, a R$ 29,77 às 14h24, após chegarem a R$ 30,30 na máxima. A ação acumula alta de 32,24% no mês e queda de 48,85% no ano. Na mesma hora, o Ibovespa subia 2,87%, enquanto a ação preferencial da Gol (SA:GOLL4) liderava os ganhos do Ibovespa com alta 17,49%, a R$ 20,63.

Mais cedo, a Pfizer (NYSE:PFE) (SA:PFIZ34) anunciou que a vacina experimental que está desenvolvendo com a BioNTech (NASDAQ:BNTX) mostrou ser 90% eficaz na prevenção da doença segundo dados iniciais de um estudo amplo.

As empresas disseram que até o momento não encontraram nenhuma preocupação de segurança sobre a vacina e que esperam pedir autorização para uso emergencial nos EUA neste mês.

Goldman Sachs reitera compra por debêntures

A alta dos papéis da Azul também é justificada pelo anúncio de conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento ("bookbuilding"), no âmbito da oferta pública de distribuição de debêntures conversíveis em ações preferenciais, totalizando R$ 1,745 bilhão, segundo a empresa. O valor é maior do que o estimado anteriormente, de R$ 1,6 bilhão, e equivale à emissão de 1.745.900 debêntures (já considerando 145.900 debêntures adicionais), cada uma com valor nominal de R$ 1.000,00.

Os recursos da oferta serão utilizados, de acordo com a companhia, para sustentação do capital de giro, expansão da atividade de logística e "outras oportunidades estratégicas".

Após o anúncio da oferta, os analistas do Goldman Sachs reiteraram a recomendação de compra do papel, com preço-alvo de R$ 35,70, por continuarem a ver a empresa bem posicionada para uma possível recuperação macroeconômica, com ganhos potenciais de participação de mercado. Segundo o relatório, embora a companhia tenha liquidez suficiente para pagar as despesas no futuro próximo, o caixa adicional da transação representa “um colchão” caso as condições de mercado se deteriorem, compensando o aspecto negativo da diluição caso as debêntures sejam convertidas em patrimônio líquido no futuro.

*Com informações do Estadão Conteúdo e da Reuters

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