domingo, 16 de junho de 2024
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Paes garante volta da Bolsa de Valores ao Rio de Janeiro

Em março, rumores de que o Mubadala Capital pretendia estabelecer esse mercado no Brasil deu novas esperanças aos investidores locais

03 maio 2024 - 07h50Por José Chacon
Plataforma no Rio de JaneiroPlataforma no Rio de Janeiro - Crédito: Reuters/Bruno Domingos

Na última quarta-feira (2), o prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes, prometeu a reabertura de uma Bolsa de Valores na cidade. A fala ocorreu em um evento promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI-RJ) e Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (INDUSCON-RIO).

Em março, o colunista do O Globo, Lauro Jardim, havia apurado que a Mubadala Capital, pertencente ao fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos, pretendia estabelecer uma nova Bolsa de Valores no Brasil para concorrer com a B3 (B3SA3).

Os planos da Mubadala envolviam fortalecer o desenvolvimento de produtos e ofertas de negociação eletrônica da ATG e ampliar a conexão com as principais Bolsas da América Latina e dos Estados Unidos.

A ideia seria que a nova Bolsa no Rio começasse a operar no segundo semestre de 2025 de forma completa, com a negociação de ações, derivativos, câmbio e commodities.

Essa nova Bolsa, ainda sem nome, seria comandada por Claudio Pracownik, que já esteve no comando das plataformas Ágora Investimentos e Genial Investimentos.

Se confirmado, a sede da Bolsa de Valores do Rio não deve ser o prédio espelhado da Praça XV, já que a própria B3 detém o local. 

Contém informações do Diário do Rio.