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Maiores altas

Turismo sobe no Ibovespa com otimismo para 2021; BTG prioriza aéreas brasileiras

30 novembro 2020 - 15h30Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - As ações da Azul (SA:AZUL4), da Gol (SA:GOLL4) e da CVC Brasil (SA:CVCB3) subiam nesta segunda-feira (30) e ajudavam a mitigar a queda do Ibovespa no início da tarde com otimismo para a recuperação do setor em 2021.

Perto das 15h32, os papéis ordinários da CVC e os preferenciais da Azul e da Gol subiam 1,34%, 4,93% e 4,36%, a R$ 18,19, R$ 38,71 e R$ 23,96, respectivamente. As ações de ambas as aéreas acumulam altas de 65% e de 45% no mês, enquanto a operadora de turismo avança 43% até agora.

Os analistas do BTG Pactual (SA:BPAC11), em relatório datado deste domingo (29), apontam que notícias relacionadas ao desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19, que poriam fim à pandemia e às restrições de mobilidade, devem se intensificar daqui para frente, afetando positivamente os papéis do setor aéreo.

O banco carioca manteve a preferência para ações das aéreas brasileiras na América Latina, com recomendações de Compra, mas também fez um alerta para o curto prazo por conta do crescente números de casos da doença com a segunda onda do vírus.

Azul

Para a Azul, o BTG Pactual elevou a recomendação dos papéis preferenciais de Neutro e o preço-alvo de R$ 26 para R$ 47 por enxergarem uma performance operacional mais forte que o esperado para a companhia, unida a uma gestão eficiente.

O banco carioca apontou que a emissão de R$ 1,7 bilhão em debêntures conversíveis, o acordo com locadores para garantir R$ 3,2 bilhões até dezembro de 2021 e as negociações com parceiros financeiros para estender o pagamento de algumas dívidas, removendo R$ 657 milhões do curto prazo, são iniciativas que ajudaram a melhorar a liquidez da empresa.

A alavancagem da aérea continua como a principal preocupação dos analistas, mas a falta de débitos no curto prazo deixa o banco mais confortável com o papel, disseram.

Gol

Para a Gol, a recomendação foi mantida em Compra e o preço-alvo elevado de R$ 27 para R$ 31 por uma exposição menor ao mercado internacional, que deve demorar mais para recuperar, forte liquidez durante a crise, melhor redução de frota do que as concorrente e recuo gradual de risco após o pagamento do empréstimo à Delta.

Os analistas dizem que novidades sobre o empréstimo com o BNDES ou outras alternativas de financiamento devem ser catalisadores para o papel.

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