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Análise

Taesa: alavancagem em alta precisa de atenção, apontam analistas

As units da Taesa (SA:TAEE11) caíam 1,95% nesta quinta-feira (6) após a companhia registrar lucro líquido de R$ 555,9 milhões no 1T21

06 maio 2021 - 12h17Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - As units da Taesa (SA:TAEE11) caíam 1,95% nesta quinta-feira (6) após a companhia registrar lucro líquido de R$ 555,9 milhões no primeiro trimestre de 2021, um avanço de 42,1% na comparação anual.

Perto das 12h15, os papéis eram negociados a R$ 39,21.

Para os analistas do BTG Pactual (SA:BPAC11), os resultados vieram amplamente dentro do esperado, com destaque para o aumento das despesas financeiras e para o patrimônio líquido abaixo do esperado.

Eles apontaram também que a intenção de venda da participação da Taesa na Cemig (SA:CMIG4), como divulgado pela companhia em março, é tão cheio de “e se” que “ficariam surpresos” em vê-la negociada a um grande prêmio.

Com isso, eles mantiveram a recomendação Neutra, com preço-alvo de R$ 32.

Ativa Investimentos
Já os analistas da Ativa Investimentos apontam que mesmo com o EBITDA impactado por maiores custos e despesas operacionais, os resultados devem ser recebidos de maneira neutra dado o vigoroso aumento no fluxo de caixa líquido gerado pelas atividades operacionais.

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Eles destacam o aumento da alavancagem da empresa, que atingiu 3,9 vezes neste trimestre, e apontam que, diante de concessões que entrarão no 16º ano durante os próximos ciclos, “é compulsório” que a companhia apresente maior eficiência durante as próximas divulgações, diminuindo custos e despesas e prezando pela rentabilidade de seu portfólio.

Os analistas mantiveram a recomendação Neutra, com preço-alvo de R$ 33,70.

XP Investimentos
A XP Investimentos, por sua vez, apontou que a Taesa reportou um EBITDA ajustado exatamente em linha com a estimativa, o que leva a uma avaliação neutra dos resultados.

No entanto, escrevem, consideram a manutenção de níveis mais elevados de distribuição de dividendos como positivo para a companhia, refletindo o forte potencial de geração de caixa e o menor perfil de risco do setor de transmissão de energia.

Assim, eles mantiveram a recomendação Neutra, com preço-alvo de R$ 32 por unit.

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