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Segunda queda consecutiva

Serviços recuam 1,2% em outubro, aponta IBGE

No acumulado do ano, o volume de serviços avançou 11,0% frente a igual período de 2020

14 dezembro 2021 - 09h06Por Redação SpaceMoney

O setor de serviços recuou 1,2% na passagem de setembro para outubro, segunda taxa negativa consecutiva. Com isso, serviços acumulam uma retração de 1,9%.

Com o resultado de outubro, o setor ainda ficou 2,1% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro do ano passado, mas está 9,3% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014.

No acumulado do ano, o volume de serviços avançou 11,0% frente a igual período de 2020.

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O acumulado nos últimos doze meses passou de 6,8% em setembro para 8,2% em outubro, suficiente para manter a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%) e alcançar a maior taxa da série histórica, iniciada em dezembro de 2012.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira (14) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Avaliação

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Quatro das cinco atividades investigadas recuaram no mês de outubro, com destaque para serviços de informação e comunicação (-1,6%), que apresentaram a segunda taxa negativa consecutiva, acumulando retração de 2,5%.

“O segmento que mostrou o principal impacto negativo foi o de telecomunicações. Essa queda é explicada pelo reajuste nas tarifas de telefonia fixa, que avançaram 7,33% nesse mês. Essa pressão vinda dos preços, acabou impactando o indicador de volume do subsetor”, explica Rodrigo Lobo, analista da pesquisa.

Outra atividade que puxou o índice para baixo foi a de outros serviços, com queda de 6,7%, também a segunda consecutiva, acumulando perda de 12,7%.

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Por outro lado, os serviços prestados às famílias cresceram 2,7% entre setembro e outubro, emplacando o sétimo resultado positivo consecutivo e acumulando 57,3% de crescimento nesse período.

“Essa foi a atividade que mais sofreu nos meses agudos da pandemia, pois contempla os serviços de caráter presencial. Pouco a pouco, com o avanço da vacinação e aumento da mobilidade das pessoas, os serviços de alojamento e alimentação foram crescendo, mas, ainda assim, é o setor que se encontra mais distante do patamar pré-pandemia, estando 13,6% abaixo do patamar de fevereiro de 2020”, contextualiza o pesquisador.

Com relação a outubro de 2020, o setor de serviços avançou 7,5%, com crescimento em quatro das cinco atividades. “Essa foi a oitava taxa positiva seguida, mas com redução o ritmo de crescimento”, destaca Lobo.

A maior parte (23) das 27 unidades da federação teve retração no volume de serviços em outubro de 2021, na comparação com o mês imediatamente anterior.

Entre os locais com taxas negativas, o impacto mais importante veio do Rio de Janeiro (-3,2%), seguido por São Paulo (-0,5%), Rio Grande do Sul (-4,0%), Paraná (-2,1%) e Mato Grosso (-6,0%). Em contrapartida, o Ceará (2,0%) registrou a principal expansão em termos regionais.

Com informações de Agência de Notícias IBGE.

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