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Salto nos preços

Petróleo sobe 27% em seu melhor mês desde maio

30 novembro 2020 - 18h57Por Investing.com

Por Barani Krishnan, da Investing.com - Os preços do petróleo saltaram 27% ou mais em novembro, o maior salto desde o desastre da primavera de 2020, quando os preços do caíram para território negativo pela primeira vez na história.

Um excesso de notícias positivas sobre as vacinas para a Covid-19, incluindo a possibilidade de os norte-americanos receberem suas primeiras doses antes do Natal, alimentou a notável recuperação do petróleo, que caiu para US$ 40 negativos por barril em abril. Outro fator que sustenta a alta é a expectativa de que o grupo de produtores Opep+ interrompa os aumentos na produção para preservar o impulso do mercado.

O Brent de Londres, referência global para o petróleo, terminou a sessão com queda de 30 centavos de dólar, ou 0,6%, a US$ 48,18. Em novembro, o Brent subiu 28%, seu melhor mês desde uma alta de 95% em maio em relação às baixas de abril.

O West Texas Intermediate negociado em Nova York, o principal indicador para o petróleo dos EUA, caiu 19 centavos, ou 0,4%, a US$ 45,34 por barril. No mês, porém, o WTI ganhou 27%, também a melhor recuperação desde maio.

“O petróleo WTI está mais fraco pelo segundo dia consecutivo, mas ainda está confortavelmente acima do nível de US$ 44, já que o progresso da vacina para Covid-19 faz os investidores esperarem uma demanda de petróleo muito mais forte para o segundo semestre do ano”, disse Ed Moya, estrategista de mercado sênior da OANDA de Nova York.

“O cabo de guerra entre as perspectivas de demanda de curto prazo com expectativas crescentes de 2021 proporcionar o retorno da vida pré-pandêmica deve manter o petróleo WTI em torno de US$ 40 por enquanto.”

Os preços do petróleo aumentaram com pouca pausa desde meados de novembro, após uma onda de anúncios positivos sobre os testes das vacinas para Covid-19.

O secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, disse em uma entrevista à CBS na segunda-feira que, se tudo corresse bem, os americanos poderiam receber suas primeiras injeções da vacina contra o coronavírus antes do Natal, bem antes de qualquer prazo já previsto. Azar disse isso depois que Moderna Inc (NASDAQ:MRNA) se tornou na segunda-feira a segunda empresa farmacêutica a solicitar autorização de emergência à Food and Drug Administration para distribuir doses para conter o vírus.

A Pfizer Inc (NYSE:PFE); (SA:PFIZ34), que entrou com pedido de aprovação semelhante da FDA no início deste mês, usou a United Airlines Holdings Inc (NASDAQ:UAL); (SA:U1AL34) para transportar por via aérea a primeira remessa em massa de suas vacinas para Covid- 19 para Chicago na sexta-feira, informou a CNBC.

Na frente da Opep+, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, comandada pelos sauditas, com 10 aliados liderados pela Rússia, parecia tender em uma reunião na segunda-feira a interromper quaisquer aumentos de produção adicionais que poderiam anular a alta do petróleo.

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