terça, 05 de julho de 2022
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O que influencia o dia

Fique por dentro das 5 principais notícias dos mercados desta quinta-feira (17)

Questão fiscal no Brasil volta a ser pauta, Amazon resolve briga com a Visa, ganhos do Walmart, repercussões de ata do Fed e desconfianças sobre movimentações no leste europeu; veja detalhes

17 fevereiro 2022 - 09h12Por Investing.com
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Por Geoffrey Smith e Ana Beatriz Bartolo, da Investing.com - A questão fiscal no Brasil volta a ser pauta para os mercados.

A Amazon (NASDAQ:AMZN) pode se aproximar de um split de ações, se acreditarmos na conversa de um investidor ativista. Enquanto isso, a gigante do comércio eletrônico resolveu sua briga com a Visa (NYSE:V) sobre as taxas de interconexão.

Os ganhos do Walmart (NYSE:WMT) serão publicados um dia após um sólido relatório de vendas no varejo de janeiro.

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As últimas atas do Fed reforçaram os temores de taxas de juros mais altas.

Dados sobre pedidos de auxílio-desemprego e início de habitação são as grandes notícias econômicas.

Separatistas apoiados pela Rússia no leste da Ucrânia mantêm a região em suspense, mas o petróleo cai após sinais de destruição da demanda devido aos altos preços nos EUA.

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Aqui está o que você precisa saber sobre o mercado internacional nesta quinta-feira, 17 de fevereiro:

1. Amazon indicou um split?

A Amazon pode estar prestes a ser forçada a fazer um split nas ações. Essa, pelo menos, foi a conclusão lógica final dos comentários do investidor ativista Dan Loeb, que supostamente disse em uma ligação com clientes que vê outro trilhão de dólares de valor inexplorado na empresa.

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A oportunidade decorre do fato de que os negócios subjacentes da Amazon têm perfis de lucratividade radicalmente diferentes.

No último trimestre, a Amazon ganhou efetivamente todo o seu dinheiro com hospedagem de serviços de nuvem e publicidade. Seu negócio de comércio eletrônico, por outro lado, operou com prejuízo devido às crescentes pressões de custo nos EUA e permanece mais longe do que nunca da lucratividade internacional.

A Amazon também foi notícia da noite para o dia por resolver sua briga com a Visa sobre as taxas do cartão.

A trégua significa que os clientes da Amazon continuarão a poder usar cartões Visa no Reino Unido e que outras sobretaxas impostas na Austrália e em Cingapura, introduzidas no ano passado, serão retiradas.

Os rivais de Big Tech da Amazon, a Alphabet (NASDAQ:GOOGL) e a Meta Platforms (NASDAQ:FB), também estarão no centro das atenções mais tarde, depois que o Google disse que vai interromper o rastreamento entre aplicativos.

2. Reivindicações de desemprego e início de habitação

A atualização semanal do mercado de trabalho chega às 10h30, com analistas à procura por pedidos iniciais de seguro-desemprego para permanecer em sua faixa recente de pouco mais de 200.000.

Os números vêm ao mesmo tempo que os dados de janeiro para início de moradias e licenças de construção, que devem diminuir apenas um pouco em relação aos níveis de dezembro.

Os empreendimentos imobiliários não sustentaram o nível atual de atividade desde o boom do subprime em 2006, mas até agora resistiram à pressão do aumento das taxas de hipoteca.

A pesquisa de negócios do Fed da Filadélfia surge como o outro principal ponto de dados do dia.

3. Ações americanas com abertura em baixa

Os mercados de ações dos EUA devem abrir em baixa depois que a publicação da última ata do Federal Reserve ofereceu um forte lembrete da pressão sobre o banco central para aumentar as taxas de juros e vender suas participações em títulos.

Às 08h52, os futuros da Nasdaq 100 recuavam 0,69%, enquanto os da Dow Jones e da S&P 500 caíam 0,45% e 0,53%, respectivamente. 

A grande notícia corporativa do dia vai ser o lucro do Walmart, que ocorre um dia após os dados oficiais de vendas no varejo de janeiro mostrarem uma forte recuperação nos gastos.

A perspectiva de consumo do maior varejista de tijolo e argamassa dos EUA oferece uma perspectiva que os dados oficiais – em luta com distorções no processo usual de ajuste sazonal – podem não capturar.

Também em foco estará a Nvidia (NASDAQ:NVDA), que está com desconto no pré-mercado após emitir um guidance que não foi tão explosivamente otimista quanto muitos esperavam, e a DoorDash, cuja receita recorde no último trimestre desafiou as expectativas que a reabertura dos restaurantes físicos afetaria seus negócios.

4. Questão fiscal no Brasil

Após os resultados fiscais de 2021 superarem as expectativas, a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado projeta uma piora no quadro para 2022.

Há estimativas de que a dívida bruta cresça 4,5 p.p. e alcance 84% do Produto Interno Bruto (PIB). No ano passado, houve uma queda de 8,3 p.p. no volume da dívida, para 80,3% do PIB.

Essa tendência de alta deve se estender até 2024, quando a dívida pode chegar a 87,4% do PIB.

Isso deve ser causado, segundo o IFI, pela desaceleração do aumento da arrecadação junto com a alta dos juros e o crescimento econômico mais fraco.

A IFI estima que em 2022 haja um déficit primário de R$ 106,2 bilhões, equivalente a 1,1% do PIB. A previsão, maior do que a expectativa do governo, projeta um déficit de R$ 76,2 bilhões.

5. As tensões na Ucrânia continuam a borbulhar enquanto os separatistas disparam sobre a fronteira

As tensões na fronteira ucraniana continuam a borbulhar, enquanto Kiev e a Otan repetem que não houve retirada significativa de tropas russas de posições avançadas que poderiam ser usadas como trampolim para invasão.

A mídia local informou que separatistas apoiados pela Rússia no leste da Ucrânia dispararam artilharia contra alvos em território ucraniano e que as forças do governo se recusaram a revidar, com medo de criar uma provocação que criasse um pretexto para uma invasão russa.

Os futuros de gás natural europeus subiram até 8% no início do pregão, mas voltaram a subir cerca de 5% ao meio-dia. O rublo russo, por sua vez, caiu cerca de 1% em relação ao dólar.

Às 08h54, os futuros de petróleo nos EUA recuavam 1,90%, a US$ 92,88, enquanto os de Brent caíam 1,71%, a US$ 93,19.

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