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Destaques: Bitcoin bate recorde e Powell fala ao Congresso

01 dezembro 2020 - 09h48Por Investing.com

Por Geoffrey Smith, da Investing.com — O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, falam perante o Congresso americano pela primeira vez desde os desentendimentos sobre a extensão dos benefícios de empréstimo da pandemia. A Zoom não bate as expectativas, mas as ações devem abrir em alta de qualquer maneira. Bitcoin tem máxima recorde com a queda do dólar e a Opep não entra em consenso sobre os cortes de produção do próximo ano.

Isso é o que você precisa saber sobre os mercados nesta terça-feira, 14 de dezembro.

1. Powell, Mnuchin no Congresso

Powell e Mnuchin falam ao meio-dia, horário de Brasília. É a primeira vez que eles se apresentam perante o Congresso desde que o secretário do Tesouro se recusou a estender os prazos de quatro programas de empréstimo, que o Fed defende serem necessários para a recuperação da pandemia.

Ambos não chegaram a fazer comentários sobre o desentendimento, mas devem ser questionados mais tarde.

Preocupações sobre a economia ganharam mais força no final desta segunda-feira (30) após o governador da Califórnia, Gavin Newsom, indicar que ele pode decretar uma ordem de permanência em casa aos californianos caso a crise nos hospitais do estado se estenda.

A membra do conselho do Fed, Lael Brainard, vista por alguns como possível sucessora de Powell no cargo, também fala hoje. Dados do PMI ISM Manufatura dos EUA saem ao meio-dia.

2. Bitcoin atinge maior preço da história enquanto dólar cai

Mesmo que o Congresso não pergunte sobre o assunto a Powell e Mnuchin, os mercados continuam a dar o veredicto de enfraquecimento do dólar. Bitcoin atingiu o maior patamar da história após a desvalorização da moeda na última semana.

A moeda digital parou pouco antes do marco de US$ 20.000, a US$ 19.951, mas continua com a tendência de alta, com avanço de 7,6% nesta terça.

Já o Índice Dólar, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de moedas, continua a cair para o menor patamar dos últimos 30 meses.

3. Índices devem abrir com novos recordes

Os índices americanos devem abrir em forte alta, testando novos patamares recordes, com otimismo crescente de que a vacina contra a Covid-19 logo estará disponível. A Pfizer (SA:PFIZ34) (NYSE:PFE) e a BioNTech (NASDAQ:BNTX) disseram mais cedo terem entrado com um pedido de aprovação da vacina perante as autoridades europeias.

Perto das 9h, o Dow Jones Futuros, o S&P 500 Futuros e o Nasdaq 100 Futuros subiam 1,1%, 1% e 0,77%, respectivamente, após fecharem novembro em patamares recordes de alta.

Os papéis que devem ficar em foco incluem os da empresa de teleconferências Zoom (SA:Z1OM34) (NASDAQ:ZM), que caiu 7,6% no pós-mercado americano após reportar resultados e um cenário que, mesmo fortes, não atenderam às expectativas.

Também, as ações da Exxon Mobil (SA:EXXO34) (NYSE:XOM) caíram 3,5% na segunda-feira (30) após o anúncio de corte de US$ 20 bilhões nos ativos de gás, além de uma forte redução de gastos. No pré-mercado, a ação subia 2,4%.

4. Europa sente os efeitos do lockdown

O setor manufatureiro da Europa ficou levemente acima das expectativas em novembro, em meio à segunda onda de lockdowns para conter o coronavírus.

O índice de gerente de compras industrial da região, o PMI, subiu para 53,8, de 53,6 da última leitura, mesmo com os índices caindo na Alemanha e na Espanha.

Diferentemente do que na primavera do Hemisfério Norte, a maior parte dos países europeus manteve as fábricas abertas desta vez, deixando o recuo da economia para os serviços - os PMIs do setor serão divulgados na quarta-feira (2).

Os efeitos do lockdown foram sentidos ainda em mais um mês de inflação abaixo de zero na região, com queda de 0,3% do IPC de novembro. Isso deve pressionar o Banco Central Europeu na próxima decisão de juros, semana que vem.

5. Opep não chega a um acordo

A Organização dos Países Produtores de Petróleo não conseguiu chegar a um acordo sobre a política de cortes para os próximos meses após os Emirados Árabes Unidos - aparentemente apoiado pelo não-membro Rússia - ter argumentado que o bloco deveria aumentar a produção em 500 mil barris por dia em 1º de janeiro.

O consenso, antecipado por dos membros mais poderosos do grupo, a Arábia Saudita, era de que a produção seria congelada no atual patamar por mais três meses. A OPEP deve tomar uma decisão final na próxima quinta-feira (3).

O Petróleo Brent Futuros operava próximo à estabilidade, a US$ 47,88, enquanto o Petróleo WTI Futuros recuava 0,13%, a US$ 45,28.

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