domingo, 28 de novembro de 2021
Repercussão

Crise hídrica acende novo alerta para agropecuaristas paulistas, diz Faesp

O impacto da seca e a falta de chuva, somados à crise energética, poderão atrasar a próxima safra, diz presidente da entidade

07 junho 2021 - 14h12Por Redação SpaceMoney
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Nesta segunda-feira (7), Fábio de Salles Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) manifestou, em nota divulgada pela entidade à imprensa, preocupação com o "avanço da crise hídrica e as incertezas quanto ao aumento na conta de energia" que - continua o executivo - "acenderam novo alerta para os agropecuaristas paulistas".

Meirelles ressalta que o setor foi responsável por um volume bruto de produção de R$ 1,7 trilhão no ano de 2020. "O agronegócio oferece relevante sustentação ao PIB e à balança comercial e garante o abastecimento da população sem interrupções, mesmo com tantos desafios, como a instabilidade de clima e aumento do custo da energia", diz a nota.

A preocupação com a crise hídrica faz redobrar a atenção com o uso de água e sua distribuição no campo, para que o abastecimento não seja interrompido ou fique refém das altas taxas de energia.

"Os reajustes batem na cadeia produtiva e se estendem ao consumidor, que é quem compra carne no açougue e o arroz e feijão no mercado e fica com a conta final. A crise hídrica deve ser observada com atenção pelas autoridades e medidas deverão ser tomadas, como a revisão das altas taxas de energia, por exemplo, para não causar o encarecimento dos alimentos", explica Meirelles.

Para driblar os desafios, o executivo diz que o setor está se modernizando, "discutindo métodos de irrigação e ampliando a utilização de energia fotovoltaica" e reitera que os produtores defendem "o uso consciente e responsável da água e energia justamente para otimizar as operações agrícolas e melhor aproveitar cada cultura".

"As autoridades precisam estar atentas e oferecer apoio para amenizar o impacto da seca, a falta de chuva que, somados à crise energética, poderão atrasar a próxima safra", finaliza Meirelles.

Com informações de Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação.

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