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Abertura de mercado

O que esperar da bolsa e do câmbio nesta 2ª-feira (13)

Confira aqui as principais notícias, a agenda das autoridades e o informe corporativo do dia

13 setembro 2021 - 09h58Por Investing.com

Por Ana Beatriz Bartolo, da Investing.com - Depois de o Ibovespa fechar a sexta-feira com queda de 0,93%, aos 114.286 pontos, o Ibovespa Futuros abriu em alta de 1,13% perto das 9h24 desta segunda-feira (13), enquanto o dólar caía 0,61% a R$ 5,2137.

Nos EUA, os futuros do Nasdaq 100 subiam 0,60%, os do Dow Jones e os do S&P 500 valorizavam 0,61% cada.

O EWZ, principal ETF brasileiro negociado no exterior, operava em alta de 1,30% no pré-mercado americano.

Covid-19

O Brasil registrou neste domingo 293 novas mortes por Covid-19, o que eleva o total de vítimas fatais da doença no país a 586.851, informou o Ministério da Saúde.

Também foram contabilizados 10.615 novos casos de coronavírus, com o total de infecções no país avançando para 20.999.779, acrescentou a pasta.

Aversão ao risco

O risco político no Brasil está afastando investidores internacionais, que temem uma maior volatilidade caso os conflitos se mantenham até as eleições do ano que vem.

O economista Persio Arida, um dos principais idealizadores do Plano Real e ex-presidente do BC, disse ao Valor Econômico que o país é um “pária” aos olhos do mercado internacional.

Arida aponta que apesar do recuo no discurso do presidente Jair Bolsonaro na semana passada, com a sua carta pacificadora, a postura combativa será retomada.

Além disso, a agenda liberal prometida na última eleição não avançou, o que junto com os retrocessos nos direitos e os prejuízos ambientais, criam um cenário desfavorável para o governo.

Fundos estão reduzindo a sua exposição ao mercado brasileiro, o que ajuda a explicar a queda do Ibovespa para abaixo dos 115 mil pontos.

A tendência também é que as pessoas físicas busquem por investimentos mais conservadores e seguros, disse ao Valor Econômico, Marcio Fontes, gestor do ASA Hedge, da ASA Investments, que zerou toda a posição do fundo em bolsa brasileira nas últimas semanas.

Mais notícias

Depósitos Voluntários - O Banco Central dará início a partir de segunda-feira, 13, ao acolhimento de depósitos voluntários remunerados para fins de política monetária.

Agenda das autoridades

Jair Bolsonaro - Reunião com Embaixador Carlos França, Ministro de Estado das Relações Exteriores; Reunião com Pedro Cesar Sousa, Subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República; Reunião com Milton Ribeiro, Ministro de Estado da Educação; Cerimônia de Lançamento do Programa Habite Seguro.

Paulo Guedes - Participa da Mesa de Abertura na Solenidade de Adesão ao Pacto Nacional pela Primeira Infância; Audiência Pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal sobre o tema “MERCOSUL: Tarifa Externa Comum e potencial de ampliação do bloco”; Reunião com o secretário Especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal; Reunião com o chefe de Assessoria Especial de Relações Institucionais, Esteves Colnago; Reunião com o ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República, Ciro Nogueira.

Campos Neto - Reunião do Economic Consultative Committee (ECC), promovida pelo Banco de Compensações Internacionais (BIS); Reunião com representantes do Banco Inter (SA:BIDI4) para apresentação, por parte dos audientes, de seu cenário macroeconômico; Reunião com representantes do J.P Morgan para apresentação, por parte dos audientes, de seu cenário macroeconômico; Reunião com o Presidente do Banco Central do Uruguai, Diego Labat.

Informe corporativo

Via (SA:VIIA3) - O conselho de administração da Via aprovou a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures, com prazos de três, cinco e sete anos.

Os recursos, segundo a varejista, serão destinados para alongamento do perfil da dívida da companhia e reforço de caixa no âmbito da gestão ordinária dos negócios da empresa.

B3 (SA:B3SA3) - A B3 registrou volume financeiro médio diário de R$ 34,031 bilhões em agosto, alta de 8,4% em relação ao apurado no mesmo mês do ano passado. Em relação a julho deste ano, houve avanço de 17,3%.

Os maiores volumes vieram do mercado à vista de ações, com R$ 32,994 bilhões na média diária, alta anual de 7,8%, e mensal de 17,7%.

Movida (SA:MOVI3) e Suzano (SA:SUZB3) - Movida e Suzano inauguram a segunda janela mais movimentada de emissões de títulos de dívida no mercado externo com captações relacionadas ao tema da sustentabilidade.

As duas companhias levantaram US$ 300 milhões e US$ 500 milhões, respectivamente.

Xp (NASDAQ:XP) e BTG Pactual (SA:BPAC11) - Com a aprovação da lei que permite a criação de clube-empresa, a XP e o BTG Pactual estão procurando por parceiros em times de futebol, segundo o Valor Econômico.

CSN (SA:CSNA3) - A CSN Cimentos está retomando seus planos de abrir capital na bolsa de valores, após a compra dos ativos de cimento e concreto da Holcim no Brasil pelo equivalente a US$ 1,02 bilhão, de acordo com o Valor Econômico.

A empresa suspendeu seus planos em julho, por causa das condições do mercado.

Eletrobras (SA:ELET3) - Seguindo o projeto para privatizar a Eletrobras, o governo criou a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar).

A nova estatal foi desenhada como um modelo de holding e terá como objeto deter o capital social e a comercialização da usina hidrelétrica de Itaipu, ser a sócia majoritária na Eletronuclear, gerir os contratos da Reserva Global de Reversão (RGR) firmados até 2016, além de alguns programas de governo.

Totvs (SA:TOTS3) - A Totvs fará uma oferta subsequente de ações, follow-on, de inicialmente 39.270.000 papéis. A quantidade pode ser acrescida de até 65%, ou 25.525.500 novas ações, em lote adicional.

O procedimento de coleta de intenções de investimento (bookbuilding) começa hoje, 13, e fecha dia 21, quando será definido o preço por ação na oferta.

Gerdau (SA:GGBR4) - O Grupo Gerdau estimou um efeito positivo de aproximadamente R$ 1,5 bilhão nos resultados da companhia, da holding e de uma subsidiária no terceiro trimestre, relacionado a processo para ressarcimento de perda incorrida com o chamado empréstimo compulsório envolvendo a Eletrobras.
 

 

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