sexta, 24 de maio de 2024
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Ibovespa e dólar hoje (29), com âncora fiscal, balanços, Caged e juros no radar

Confira aqui os principais fatores que influenciam os mercados financeiros em todo o mundo nesta quarta-feira (29)

29 março 2023 - 18h38Por Lucas de Andrade

Bem-vindo ao SpaceNow. De hora em hora, a SpaceMoney atualiza as principais notícias que impactam os mercados financeiros em todo o mundo.

Ibovespa e dólar hoje (29)

Nesta quarta-feira (29), o Ibovespa, principal índice acionário da B3, fechou com alta de 0,60% aos 101.792,52 pontos. O dólar comercial (compra) encerrou as negociações em queda de 0,57%, cotado a R$ 5,135.

 

Outros índices

BDRX: +1,05%

Ifix: -0,68%

SMLL: -0,75%

 

Bolsas globais 

Ásia [Encerrados]

Nikkei 225 (Japão): +1,33%

Shanghai Composite (China): -0,16%

 

Europa [Encerrados]

DAX 30 (Alemanha): +1,23%

FTSE 100 (Inglaterra): +1,07%

CAC 40 (França): +1,39%

 

EUA [Encerrados] 

Dow Jones: +1,00%

S&P 500: +1,43% 

Nasdaq 100: +1,87%

 

EWZ

O iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) fechou em alta de 1,20% nesta quarta-feira (29), em NY.

 

Juros futuros (DIs)

Ativo Variação (p.) Último Preço
DI1F24 +0,095

13,225

DI1F25 +0,185

12,155

DI1F26 +0,175

12,12

DI1F28

+0,125

12,46
DI1F30

+0,11

12,86
DI1F32

+0,08

13,00

[Por volta de 16:40]

 

Commodities

Minério de ferro - O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian registrou alta de 1,54% em seus preços, a 890,50 iuanes, o equivalente a US$ 129,26 por tonelada métrica.

 

Petróleo - O petróleo WTI para maio recuou 0,31%, a US$ 72,97, nesta quarta-feira (29). O petróleo tipo Brent para junho caiu 0,70%, a US$ 77,59 por barril. 

 

Confira aqui os principais fatores que influenciam os mercados financeiros em todo o mundo nesta quarta-feira (29):

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Brasil

Balanços

Agrogalaxy AGXY3 29 de março Depois do fechamento
Alper  APER3 29 de março Depois do fechamento
Americanas AMER3 29 de março Depois do fechamento
Azevedo & Travassos AZEV4 29 de março Depois do fechamento
Bahema BAHI3 29 de março Depois do fechamento
Celesc CLSC4 29 de março Depois do fechamento
Desktop DESK3 29 de março Depois do fechamento
Equatorial  EQTL3 29 de março Depois do fechamento
GetNinjas NINJ3 29 de março Depois do fechamento
Lupatech LUPA3 29 de março Depois do fechamento
Nexpe NEXP3 29 de março Depois do fechamento
Orizon ORVR3 29 de março Depois do fechamento
Veste VSTE3 29 de março Depois do fechamento

 

 

Âncora fiscal - Em relação às novas regras que modulam o arcabouço fiscal, que vai substituir o teto de gastos, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que vai ter uma reunião “conclusiva” nesta quarta-feira (29) como ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT).

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocou para esta quinta-feira (30), às 9h, uma reunião de líderes partidários, na qual o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentará aos senadores o arbouço fiscal que irá substituir o teto de gastos. Pacheco enviou comunicado aos líderes nesta quarta-feira (29), segundo informações do portal G1.

O novo arcabouço fiscal do prevê déficit primário zero em 2024, superávit de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2025 e de superávit de 1% em 2025, segundo informações da CNN

A ideia central é que a despesa cresça menos que a receita, sendo essa uma regra de gasto associada à meta de superávit primário. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu aval ao novo arcabouço. 

 

Juros - A ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (28), em Brasília, veio com um tom mais moderado que o comunicado emitido na semana passada, disse, na terça-feira (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em conversa com jornalistas na chegada ao ministério, ele atribuiu a suavização do tom ao tempo maior de preparação do documento, que sai seis dias após a reunião do Copom.

“Da mesma forma que aconteceu na reunião anterior, a ata, com mais tempo de preparação, veio com termos mais condizentes com as perspectivas futuras, de harmonização da política fiscal com a política monetária”, declarou o ministro.

(Agência Brasil)

 

Caged - O Brasil abriu 241.785 vagas de trabalho formal em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência  nesta quarta-feira (29). No mês anterior, 83.297 postos foram criados.

O número de fevereiro é resultado de 1.949.844 contratações e 1.708.059 desligamentos. Às 14:30, o ministro Luiz Marinho (PT) concede entrevista para comentar os dados.

 

Arthur Lira vs. Rodrigo Pacheco - A reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), nesta terça-feira, 28, para resolver o impasse sobre o rito de tramitação de medidas provisórias ( MPs) terminou sem acordo.

O senador aceitou prazos para as comissões mistas analisarem as propostas enviadas pelo governo, mas disse que há dificuldades em aceitar a mudança na composição dos colegiados sugerida por Lira.

Pacheco defendeu a paridade entre senadores e deputados nas comissões mistas como uma forma de “controle qualitativo” dos MPs.

A Câmara quer uma proporcionalidade de um senador para cada três deputados nos colegiados – hoje são 12 parlamentares de cada Casa. Lira argumentou que, com o fim da paridade, a votação das medidas seria feita de forma separada – primeiro na Câmara e depois no Senado –, o que, na visão dele, evitaria um desequilíbrio.

(O Estado de S.Paulo)

 

Juros do crédito consignado do INSS - Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão tomar crédito consignado com juros de até 1,970% ao mês. Para a modalidade via cartão de crédito, a taxa máxima corresponderá a 2,890% ao mês.

Os valores foram definidos pelo Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), em reunião na última terça-feira (28) à tarde e são maiores que os limites aprovados no início do mês, de 1,70% ao mês para o crédito consignado e 2,62% ao mês para a modalidade via cartão de crédito.

A decisão coube ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que arbitrou o impasse entre os Ministérios da Previdência Social e da Fazenda.

A primeira pasta defendia um teto de 1,870% ao mês, equivalente ao cobrado pela Caixa Econômica Federal antes da suspensão do crédito consignado para os aposentados e pensionistas.

A Fazenda defendia um limite de 1,990% ao mês, que permite ao Banco do Brasil (BBAS3), que cobrava taxa de 1,95% ao mês, retomar a concessão de empréstimos.

Decidida no início do mês para beneficiar aposentados e pensionistas com taxas mais baixas, a redução do teto do consignado para o INSS gerou polêmica.

Os bancos suspenderam a oferta, com a alegação de que a medida provocava desequilíbrios nas instituições financeiras.

Em meio a protesto das centrais sindicais, o BB e a CEF também deixaram de conceder os empréstimos porque o teto de 1,70% ao mês era inferior ao cobrado pelas instituições.

Com o novo limite, dezoito das trinta e nove instituições financeiras que operavam o crédito consignado para o INSS poderão retomar os empréstimos.

Segundo o CNPS, os novos tetos serão reavaliados em até trinta dias a pedido do presidente da República.

(Agência Brasil)

 

Reforma Tributária - A reforma tributária vai ter uma regra “suave” de transição de vinte anos, disse, na última terça-feira (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). Em discurso na Marcha em Defesa dos Municípios, ele afirmou que esse prazo vai evitar que as prefeituras percam recursos.

Haddad defendeu a urgência de aprovação da reforma tributária, e citou o alto volume de processos judiciais em torno de disputas que envolvem impostos no país.

“[Existe uma] briga para pagar ou não pagar imposto. Às vezes, a pessoa nem sabe o que deve”, declarou o ministro durante o evento, organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Haddad considerou a reforma tributária entre “as três ou cinco medidas” mais importantes para o país. Além da mudança no sistema de impostos, ele citou a reforma no sistema de crédito e o novo marco fiscal, como as principais medidas do governo na área econômica.

Presente no evento, a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), disse que os prefeitos não devem temer a unificação do Imposto sobre Serviços (ISS), atualmente administrado pelos municípios, com o Imposto sobre a Circulação sobre Mercadorias e Serviços (ICMS).

Ela repetiu o argumento de Haddad de que a reforma tributária não vai retirar recursos dos municípios e pode resultar em mais receitas, por causa do crescimento da economia.

“Ele [o modelo tributário] dificulta a exportação porque acumula crédito e não estimula investimentos", disse, no evento, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB). Para o político, a reforma tributária traz eficiência econômica.

Relator do projeto, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse haver comprometimento dos presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, em relação ao tema.

Segundo ele, existe a disposição dos dois em botarem o tema em votação ainda este ano. Ribeiro também garantiu que as discussões levam em conta os municípios.

(Agência Brasil)

 

EUA

O vice-presidente de supervisão do Federal Reserve (Fed), Michael Barr, enfrenta outra sabatina nesta quarta-feira (29), desta vez perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara norte-americana.