sexta, 19 de abril de 2024
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IBOVESPA E DÓLAR HOJE - Fim da MP da Reoneração, Vale (VALE3) e segunda leitura do PIB do 4T nos EUA

Confira os principais fatores que influenciam os mercados financeiros em todo o mundo nesta quarta-feira, 28 de fevereiro

28 fevereiro 2024 - 18h22Por Redação SpaceMoney
B3B3 - Crédito: Paulo Whitaker, para a agência Reuters

Bem-vindo ao SpaceNow. Aqui, a SpaceMoney atualiza as principais notícias que impactam os mercados financeiros em todo o mundo.

 

Ibovespa e dólar hoje

Ibovespa, principal índice acionário da B3, encerrou o dia em queda de 1,16%, aos 130.155,43 mil pontos, nesta quarta-feira (28).  

dólar comercial (compra) se valorizou em 0,75%, cotado a R$ 4,97. 

 

Outros índices

BDRs: BDRX: -0,07%

FIIs: Ifix: +0,02% 

Small caps: SMLL: -0,09%

(10:10)

 

Bolsas globais 

Ásia [Encerrados]

Nikkei 225 (Japão): -0,08%

Shanghai Composite (China): -1,91%

 

Europa [Encerrados]

DAX 30 (Alemanha): +0,25%

FTSE 100 (Reino Unido): -0,76%

CAC 40 (França): +0,08%

 

EUA [Encerrados]

Dow Jones: -0,06%

S&P 500: -0,17%

Nasdaq 100: -0,54%

 

EWZ

O iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) registrou queda de 2,05%, a US$ 33,38, em NY

 

Juros futuros (DIs)

Ativo Variação (p.) Último Preço
DI1F25

-0,010

9,975

DI1F26 +0,005

9,810

DI1F27

+0,015

10,015

DI1F29

+0,015

10,465
DI1F31

+0,010

10,710
DI1F33

+0,010

10,820

Por volta de 9:50.

 

Commodities

Petróleo - O petróleo WTI para abril de 2024 se desvalorizou em 0,42%, a US$ 78,54 por barril, enquanto o petróleo tipo Brent para abril de 2024 avançou 0,04%, a US$ 83,68,07 por barril. (10:05)

 

Confira os principais fatores que influenciam o Ibovespa, o dólar e os mercados financeiros em todo o mundo nesta quarta-feira, 28 de fevereiro

 

Brasil

Agenda:

  • Às 8:00, o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) informa o IGP-M de fevereiro.
  • - Simultaneamente, o instituto divulga a sondagem de comércio e serviços de fevereiro.

 

MP da reoneração

 

Antes de viajar à Guiana, na noite de ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou a MP anulando a reoneração da folha de pagamentos prevista na MP 1202 e encaminhando um projeto de lei com regime de urgência ao Congresso.

O governo desejava deixar a revogação para o fim de março, para afastar o risco de maior contingenciamento de despesas (bloqueio) no primeiro boletim bimestral de revisão de receitas e despesas deste ano, no mês que vem. No entanto, a pressão por parte dos congressistas e pelo empresariado cresceu no final de semana.

O conteúdo do projeto de lei que tramitará no Congresso é idêntico ao da MP que irritou os parlamentares, mas a tendência é de que seja construída uma saída negociada que signifique um meio termo entre o governo e Congresso.

Uma das possibilidades que se tenta costurar politicamente é criar uma espécie de prazo de carência para o início da reoneração, transferindo o início da mudança (prevista para abril deste ano) para 2025 ou 2026.

 A Fazenda também aceitaria esticar o prazo da reoneração total por um ano, de 2028 para 2029 (Estadão).

O restante do conteúdo da MP que provocou controvérsia segue valendo. Ou seja, está mantida a extinção do Perse e a limitação às compensações tributárias feitas pelas empresas em caso de vitória contra o Fisco na Justiça.

Ainda na última terça-feira (27), com o aval do Planalto, uma comissão especial da Câmara aprovou o parecer de uma MP que amplia a imunidade tributária para as igrejas. A medida agora precisa ser apreciada no plenário da Casa.

Conforme o relator, deputado Dr. Fernando Máximo (União Brasil), o impacto fiscal da proposta nas contas da União, por meio da redução no IPI, seria em torno de R$ 1 bi, mas que será neutralizado pela reforma tributária.

Isso porque, segundo ele, o IPI será extinto e o imposto seletivo que será criado, apelidado de “imposto do pecado” – usado para sobretaxar produtos como cigarros e bebidas alcoólicas -, não atinge as entidades religiosas.

À noite, a Câmara aprovou urgência para a tramitação de um projeto de lei que concede ao Congresso o poder de dar aval para a prorrogação de concessões de distribuição de energia elétrica que vencem nos próximos anos.

Deputados querem que os critérios de prorrogação sejam definidos em lei e não passem só pelo TCU e governo.

Bom Dia Mercado

 

Lula x Vale (VALE3)

Em entrevista a RedeTV!, Lula atacou a Vale (VALE3) (“não pode pensar que é dona do Brasil”) e defendeu que “as empresas brasileiras precisam estar de acordo com o entendimento de desenvolvimento do governo brasileiro”.

O presidente da República reclamou do fato de que a companhia estaria vendendo mais ativos do que minério de ferro. “O potencial do Brasil tem que ser explorado e a Vale não pode ter monopólio do mercado”, afirmou.

Questionado sobre as notícias de que tentou emplacar o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega na presidência da empresa, ele disse que não discute a sucessão no comando da Vale, mas a “questão mineral” do Brasil.

Bom Dia Mercado

 

Balanços

Hoje tem C&A (CEAB3), Intelbras (INTB3), Suzano (SUZB3), Ultrapar (UGPA3) e mais.

 

EUA

Agenda:

  • Às 10:30 sai a segunda leitura do PIB do quarto trimestre.

 

Economia 'extraordinariamente bem'

Durante participação na última terça, em SP, em evento do G20, a secretário do Tesouro americano, Janet Yellen, descartou o risco de recessão no curto prazo nos EUA. “A economia americana está indo extraordinariamente bem.”

Segundo ela, o país já teve progressos significativos no controle da inflação e é razoável presumir que os preços vão cair à meta de 2% perseguida pelo Fed. No mercado, o PCE vem sendo encarado como um divisor de águas.

Será o gatilho para consolidar o horizonte de corte do juro, se o ciclo começa em maio, junho ou depois (março não tem chance). Os dirigentes do Fed têm recomendado paciência antes do PCE, decisivo para definir a dinâmica.

Apesar da perspectiva de que o juro nos EUA possa demorar alguns meses a mais que o inicialmente imaginado para começar a cair (o que, em tese, seria menos favorável aos emergentes), o dólar tem resistido abaixo de R$ 5.

 

Essa matéria contém informações do Bom Dia Mercado