sexta, 24 de maio de 2024
SpaceNow

B3 EM TEMPO REAL: Fique por dentro de tudo o que influencia a Bolsa nesta terça-feira (14)

A SpaceMoney reúne para você as últimas notícias do mercado financeiro em primeiríssima mão

14 maio 2024 - 09h30Por Redação SpaceMoney
.. - Crédito: Sede da B3, em São Paulo| Foto: GUSTAVO SCATENA/Divulgação

IBOVESPA: Investidores monitoram a Ata do Comitê de Política Monetária (COPOM), a ser divulgada pelo Banco Central (BC), e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), a ser divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Bradespar (BRAP4) informa seus resultados financeiros relativos ao primeiro trimestre de 2024 antes da abertura dos mercados, e, com isso, a temporada de balanços ganha tração.

E, ainda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende voltar ao Rio Grande do Sul na próxima quarta-feira (15) para anunciar medidas às famílias gaúchas. A primeira proposta seria um voucher de R$ 5 mil para quem perdeu tudo e vai precisar comprar eletrodomésticos e móveis.

 

Leia mais: Ata do COPOM: membros que votaram pelo corte de 0,50 p.p. reconhecem aumento de incertezas

 

DÓLAR: Nesta terça-feira (14), o mercado do câmbio observa os números da inflação ao produtor nos Estados Unidos da América (EUA) referentes a abril.

Na véspera, o anúncio da suspensão do pagamento da dívida do Rio Grande do Sul (RS) com a União foi monitorado pelo mercado financeiro, mas não gerou efeito no câmbio, detalhou o site Bom Dia Mercado.

E, ainda, investidores aguardam um discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano.

Por fim, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha em abril e a taxa de desemprego do Reino Unido no primeiro trimestre foram reportados.

 

Leia mais: BITCOIN HOJE: BTC cai para US$ 61,8 mil, mas Dogecoin (DOGE) avança mais de 4%

Leia mais: Dividendos de FIIs: 10 fundos de investimento imobiliário pagam cotistas nesta terça-feira (14)

 

A SpaceMoney reúne para você as últimas notícias do mercado financeiro em primeiríssima mão:

 

Nesta terça-feira (14), PagBank recomendou a compra das ações de Engie (EGIE3) e JBS (JBSS3) para ganhos de até 2% em operações de day trade.

Para venda, a plataforma recomendou os papéis de Cyrela (CYRE3) e Petz (PETZ3). Analistas gráficos estimam um ganho potencial de 2,10% com a operação.

 

  • IBGE: Safra de 2024 deve ficar em 299,6 milhões de toneladas, 5,0% menor do que a de 2023

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ser de 299,6 milhões de toneladas em 2024, apontou a estimativa de abril do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgada nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Isso representa uma produção 5,0% menor do que a obtida no ano passado (315,4 milhões de toneladas).

Na comparação com a estimativa de março, houve um aumento de 0,4% ou de 1,2 milhão de toneladas.

Leia mais aqui.

 

  • Volume de serviços volta a crescer e avança 0,40% em março, diz IBGE

No acumulado dos últimos doze meses, a expansão chega a 1,40%.

Leia mais aqui.

 

Balanços

  • Confira as companhias que divulgarão seus resultados financeiros nesta terça-feira (14):

Banrisul (BRSR6), Boa Safra (SOJA3), Bradespar (BRAP4), Eneva (ENEV3), JBS (JBSS3), JHSF (JHSF3), Nubank (ROXO34), Porto (PSSA3), Positivo (POSI3) e Vittia (VITT3) informam seus números.

 

  • Confira as companhias que divulgaram seus resultados financeiros desde o fechamento dos mercados na última segunda-feira (13):

Ânima (ANIM3): lucro líquido ajustado soma R$ 104,70 milhões no primeiro trimestre de 2024

O lucro líquido ajustado de Ânima (ANIM3) somou R$ 104,70 milhões no primeiro trimestre de 2024.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) se expandiu em 29,10% em um ano, a R$ 384,2 milhões entre os meses de janeiro e março.

A receita líquida avançou 3,8% na mesma base de comparação, a R$ 990 milhões nos três primeiros meses deste ano.

 

Bradespar (BRAP4) registra lucro líquido de R$ 343,098 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Bradespar (BRAP4) registrou um lucro líquido de R$ 343,098 milhões no primeiro trimestre de 2024, um recuo em relação aos ganhos líquidos de R$ 768,276 milhões observados em igual período do ano anterior.

 

ClearSale (CLSA3) reduz prejuízo líquido em 55% em um ano, a R$ 8,70 mi no primeiro trimestre

A ClearSale (CLSA3) reduziu seu prejuízo líquido em 55,90% em doze meses, a R$ 8,70 milhões no primeiro trimestre de 2024.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi negativo em R$ 6,8 milhões entre os meses de janeiro e março deste ano, uma queda de 63,30% em relação ao informado um ano atrás. 

 

Enjoei (ENJU3) reverte EBITDA negativo em um ano, com R$ 2,6 milhões positivos no 1T

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critério ajustado, da Enjoei (ENJU3) somou R$ 2,6 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma reversão ao número negativo de R$ 5,6 milhões observado em igual período do ano anterior. 

A receita líquida avançou 72% em doze meses, a R$ 61,5 milhões.

 

Even (EVEN3): lucro líquido cresce 14% em um ano, a R$ 64,90 milhões no primeiro trimestre

A Even (EVEN3) registrou um lucro líquido de R$ 64,90 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 13,6% na base de comparação anual.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 28,8% em doze meses, a R$ 101,0 milhões.

 

Ferbasa (FESA4) registra lucro líquido de R$ 41,10 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Ferbasa (FESA4) registrou um lucro líquido de R$ 41,10 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma queda de 68,8% na base de comparação anual.

A receita líquida apresentou uma retração de 28,90% em doze meses, para R$ 509,5 milhões.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 58,30% em um ano, a R$ 78,30 milhões.

 

Grupo SBF (SBFG3): lucro líquido dispara 490% em um ano, a R$ 42 milhões no primeiro trimestre

O Grupo SBF (SBFG3) registrou um lucro líquido ajustado consolidado de R$ 42 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 489,8% na base de comparação anual.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critério ajustado, somou R$ 233,0 milhões entre os meses de janeiro e março, um crescimento de 13,4% na mesma base de comparação.

A receita líquida consolidada somou R$ 1,4 bilhão, avanço de 1,6% em um ano.

 

Hapvida (HAPV3) registra lucro líquido de R$ 83,4 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Hapvida (HAPV3) registrou um lucro líquido de R$ 83,4 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma reversão ao prejuízo líquido de R$ 341,6 milhões observado em igual período do ano anterior.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), em critério ajustado, somou R$ 1,011 bilhão, um crescimento de 59,4% na base de comparação anual.

A receita líquida da companhia se expandiu em 3,90% em um ano, a R$ 6,9910 bilhões.

 

IRB (IRBR3) registra lucro líquido de R$ 79,10 milhões no primeiro trimestre de 2024

O IRB Brasil (IRBR3) registrou um lucro líquido de R$ 79,10 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento expressivo em relação aos ganhos líquidos de R$ 8,6 milhões observados em igual período do ano anterior, impactado tanto pelo resultado de underwriting quanto pelo resultado financeiro, ambos positivos.

O prêmio emitido no Brasil totalizou R$ 1,06 bilhão entre os meses de janeiro e março, um incremento de 5,30% em relação ao mesmo período do ano passado, em linha com a estratégia de foco no mercado local.

Os segmentos Patrimonial e Rural impactaram positivamente o volume de prêmios emitidos.

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 75 milhões, comparado a R$ 88 milhões no primeiro trimestre retrasado (quando houve o acordo com o DoJ, no valor de R$ 25 milhões).

 

Itaúsa (ITSA4) registra lucro líquido de R$ 3,585 bilhões no primeiro trimestre de 2024

A Itaúsa (ITSA4) registrou um lucro líquido de R$ 3,585 bilhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 38,10% na base de comparação anual.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) recorrente totalizou 17,6% entre os meses de janeiro e março, um avanço de 3,4 p.p. em um ano.

 

Kora Saúde (KRSA3) reduz prejuízo líquido em 48% em um ano, a R$ 25 mi no primeiro trimestre

A Kora Saúde (KRSA3) registrou um prejuízo líquido de R$ 25 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma queda de 48% na base de comparação anual.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado se expandiu em 10% em um ano, para R$ 123,5 milhões.

 

Melnick (MELK3) registra lucro líquido de R$ 30,30 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Melnick (MELK3) registrou um lucro líquido de R$ 30,30 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 50,8% na base de comparação anual.

A receita líquida se expandiu em 6% em doze meses, a R$ 245,10 milhões.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 37,5% em um ano, a R$ 32,70 milhões.

 

Natura (NTCO3): prejuízo líquido piora 43,4% em um ano, a R$ 935 milhões no primeiro trimestre

A Natura (NTCO3) registrou um prejuízo líquido consolidado de R$ 935,126 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 43,4% em relação às perdas líquidas observadas no mesmo período do ano anterior.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critérios consolidado e ajustado, somou R$ 682,8 milhões, um crescimento de 4,10% em doze meses.

A receita líquida declinou 5,70% em um ano, a R$ 6,105 bilhões.

 

OceanPact (OPCT3) registra lucro líquido de R$ 21,10 milhões no primeiro trimestre de 2024

A OceanPact (OPCT3) registrou um lucro líquido de R$ 21,10 milhões no primeiro trimestre de 2024, em reversão ao prejuízo de R$ 5,5 milhões observado no mesmo período do ano anterior.

A receita líquida se expandiu em 46,4% em doze meses, a R$ 490 milhões.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 143,90 milhões, uma alta de 43,00% na base de comparação anual.

 

Oncoclínicas (ONCO3): lucro líquido cai 52,5% em um ano, a R$ 19,6 mi no primeiro trimestre

A Oncoclínicas (ONCO3) registrou um lucro líquido de R$ 19,6 milhões no primeiro trimestre de 2024, uma queda de 52,5% na base de comparação anual.

A receita líquida avançou 12,8% em doze meses, a R$ 1,5 bilhão.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 254,4 milhões no período.

 

Petrobras (PETR3)(PETR4): lucro líquido cai 38% em um ano, a R$ 23,70 bilhões no 1º trimestre

A Petrobras (PETR3)(PETR4) registrou um lucro líquido de R$ 23,70 bilhões no primeiro trimestre de 2024, uma queda de 37,90% na base de comparação anual.

A receita líquida declinou 15,4% em doze meses, a R$ 117,72 bilhões no período.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi retraído em 17,2% em um ano, a R$ 60,044 bilhões.

 

Portobello (PTBL3) registra prejuízo de R$ 20,60 milhões no primeiro trimestre de 2024

O Portobello (PBG)(PTBL3) registrou uma receita líquida de R$ 525,5 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 7,70% na base de comparação anual, com ganho de market share e crescimento em todas as unidades de negócio.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critérios ajustado e recorrente, foi 66,0% maior que o registrado um ano atrás, a R$ 81,6 milhões, com margem EBITDA de 15,5%, 5,4 p.p. acima que o mesmo período do ano anterior.

O resultado líquido ajustado e recorrente foi um prejuízo de R$ 20,60 milhões contra o número de -R$ 17,70 milhões no primeiro trimestre, impactado pela elevação das despesas financeiras e tributárias mesmo com a melhora dos resultados operacionais.

 

Raízen (RAIZ4) registra prejuízo líquido de R$ 178 mi no quarto trimestre da safra 2023-2024

A Raízen (RAIZ4) registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 178 milhões no quarto trimestre da safra 2023-2024, uma reversão ao lucro líquido ajustado de R$ 2,5 bilhões de reais apurado em igual período do ano safra anterior.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critério ajustado, recuou 37,70% em doze meses, a R$ 3,690 bilhões.

 

Stone (STOC31): lucro líquido ajustado sobe 90% no 1º trimestre, a R$ 450,4 milhões

A StoneCo (STOC31) registrou um salto anual de 90,00% em seu lucro líquido ajustado do primeiro trimestre de 2024, a R$ 450,4 milhões, impulsionado por um aumento em seus pagamentos processados.

A receita de janeiro a março cresceu 13,8% em comparação com o ano anterior, para R$ 3,08 bilhões. As receitas de serviços financeiros atingiram R$ 71,00 bilhões. 

 

Technos (TECN3) registra lucro líquido de R$ 5,90 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Technos (TECN3) registrou um lucro líquido de R$ 5,90 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 95,2% na base de comparação anual.

A receita líquida, por sua vez, se expandiu em 8,30% em doze meses e somou R$ 68,8 milhões.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critério ajustado, totalizou R$ 9,90 milhões. O número representa um avanço de 4,2% em um ano.

 

Terra Santa (LAND3) registra lucro líquido de R$ 6,4 milhões no primeiro trimestre de 2024

No primeiro trimestre de 2024, a receita líquida total de Terra Santa (LAND3) totalizou R$ 16,30 milhões, valor 34,70% inferior ao registrado em igual período do ano passado.

O intervalo foi encerrado com um lucro líquido de R$ 6,4 milhões.

 

Track & Field (TFCO4) registra lucro líquido de R$ 26,4 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Track & Field (TFCO4) registrou um lucro líquido de R$ 26,4 milhões no primeiro trimestre de 2024, um crescimento de 5,2% na base de comparação anual.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 41,4 milhões entre os meses de janeiro e março, um avanço de 9,6% em doze meses. 

 

Unicasa (UCSA3) registra lucro líquido de R$ 2,8 milhões no 1º tri, queda de 20,5% em um ano

O lucro líquido de Unicasa (UCSA3) no primeiro trimestre de 2024 foi de R$ 2,8 milhões, uma queda de 20,5% na base de comparação anual.

O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 6% em doze meses, a R$ 3,78 milhões.

 

Veste (VSTE3) registra prejuízo líquido de R$ 5,2 milhões no primeiro trimestre de 2024

A Veste (VSTE3) registrou um prejuízo líquido de R$ 5,2 milhões no primeiro trimestre de 2024, ao passo que a receita líquida somou R$ 248 milhões entre os meses de janeiro e março.

O EBITDA (sigla em inglês com lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 41,70 milhões nos três primeiros meses deste ano, com margem EBITDA de 16,8% (-1,2 ponto percentual). 

 

Informe corporativo

B3 (B3SA3) soma R$ 25,6 bilhões em volume financeiro médio diário negociado no mês de abril

O volume financeiro médio diário negociado na B3 (B3SA3) em abril foi de R$ 25,6 bilhões, uma alta de 4,10% na comparação mês a mês e uma variação negativa de 0,10% em relação ao registrado em igual período do ano anterior.

Do total, o mercado à vista movimentou, em média, R$ 24,70 bilhões por dia, uma alta de 4,10% na comparação mês a mês e uma variação negativa de 0,20% em doze meses.

O número de investidores pessoa física, no quarto mês do ano, foi de 5,96 milhões, uma alta de 0,50% na comparação mês a mês e uma variação negativa de 3,20% em relação ao registrado em igual período do ano anterior. 

 

Brisanet (BRIT3): BNDES aprova linha de crédito de R$ 146 milhões por meio do FUST

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou uma linha de crédito de até R$ 146,150 milhões para a Brisanet (BRIT3), por meio do Programa BNDES FUST.

Os recursos levantados serão destinados à ampliação, aplicação e aperfeiçoamento das redes e serviços de telecomunicações, bem como à pesquisa e implementação de novas tecnologias de conexão – 5G/FWA.

Essas iniciativas têm como objetivo principal a redução das disparidades regionais e o estímulo ao progresso econômico e social.

A companhia se compromete a utilizar os recursos na construção de 95 torres com tecnologia 4G/5G, além de expandir a cobertura do Serviço Móvel Pessoal (SMP), em 168 localidades de comunidades nas cidades de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú e Maranguape, todas localizadas no estado do Ceará (CE).

Os desembolsos estão sujeitos ao cumprimento das condições estabelecidas no contrato.

 

Principais condições da linha de crédito:

  • - Prazo de Utilização: 36 (trinta e seis) meses;
  • - Prazo de Carência: 36 (trinta e seis) meses;
  • - Prazo de Amortização: 180 (cento e oitenta) meses, com prestações trimestrais;
  • - Garantia: Carta Fiança;
  • - Juros Remuneratórios: TR – Taxa Referencial + 1,20% a.a.

 

Casas Bahia (BHIA3): J.P. Morgan reduz participação acionária

O J.P. Morgan reduziu sua participação acionária no Grupo Casas Bahia (BHIA3) a 3 milhões de papéis, o equivalente a 3,90%. 

Entre operações de compra e venda de ações, o banco norte-americano não atingiu uma participação superior a 5% em ações ordinárias (ON), em correção a um comunicado divulgado anteriormente.

 

CSN (CSNA3) substitui projeção de alavancagem para o ano de 2024

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)(CSAN3) substituiu a projeção de alavancagem, medida pelo indicador Dívida Líquida/EBITDA Ajustado, de um patamar abaixo de 2,00x para um nível de 2,50x no fechamento do balanço financeiro anual de 2024.

Não obstante, a companhia diz que vai manter seus esforços para reduzir o seu nível de alavancagem nos próximos anos.

As informações representam estimativa e envolvem fatores de mercado alheios ao controle da companhia. Portanto, não constituem promessa de desempenho por parte da companhia ou de seus administradores e, dessa forma, podem sofrer novas alterações.

 

Energisa (ENGI11)

A agência de classificação de risco Fitch afirmou que aquisição da Infra Gás pela Energisa (ENGI11) aumenta a diversificação de negócios para a companhia.

A classificação para a qualidade de crédito da empresa para a operação foi dada como neutra.

As informações são do site Bom Dia Mercado.

 

Eneva (ENEV3) anuncia resgate antecipado facultativo das debêntures de segunda série da 2ª emissão

Na próxima quinta-feira (16), a Eneva (ENEV3) vai realizar o resgate antecipado facultativo das debêntures de segunda série, da 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em três séries, para distribuição pública, com esforços restritos. 

A operação vai ocorrer mediante o pagamento do saldo do Valor Nominal Unitário das Debêntures da Segunda Série, calculada pro rata temporis desde a data de pagamento dos juros remuneratórios da segunda série imediatamente anterior, até 16 de maio de 2024, e do PUprêmio(A).

 

IRB Brasil (IRBR3) comunica falecimento do diretor Willy Otto Jordan Neto

Willy Otto Jordan Neto, diretor estatutário do IRB Brasil (IRBR3) que se encontrava em licença médica, faleceu no último domingo (12).

Neto foi eleito diretor vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da companhia em novembro de 2021, cargo que exerceu até março de 2023, quando iniciou sua licença médica.

 

Itaúsa (ITSA4): conselho de administração aprova Raul Calfat para presidi-lo

O conselho de administração de Itaúsa (ITSA4) aprovou a eleição de Raul Calfat como presidente do colegiado para o próximo mandato anual.

Membro independente do CA da holding desde o ano passado, o executivo vai passar a atuar em todos os comitês de assessoramento do colegiado.

Calfat substitui Henri Penchas, que alcançou a idade limite para o exercício do cargo.

 

JHSF (JHSF3) firma acordo com XP Malls (XPML11) para vender fatias em shoppings por R$ 443,0 milhões

A JHSF (JHSF3) firmou um acordo com o fundo de investimento imobiliário (FII) XP Malls (XPML11) pela venda de R$ 443,0 milhões em participações direta ou indiretamente detidas pela operadora em quatro shoppings.

São os ativos:

  • - i. Expansão III do Catarina Fashion Outlet (ECFO), São Roque (SP, Brasil): A JHSF detinha 68% da ECFO, e passa a deter, após a Transação, 60,01% da ECFO. O XP Malls vai ficar com 39,99% da ECFO, mesma participação que já detém das fases anteriores do Catarina Fashion Outlet, considerado o maior e melhor Outlet Fashion do Brasil;
  • - ii. Shops Faria Lima (SFL), São Paulo (SP, Brasil): venda de 32,5% de sociedades detidas pela JHSF que desenvolvem e irão operar o SFL, que está localizado na Avenida Faria Lima, no centro financeiro do Brasil. A XP Malls detém Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) emitidos pela companhia no montante de R$ 120.000.000,00. Os CRIs XPML têm cláusula de conversão mandatória que, quando realizada a conversão, adicionada aos aportes adicionais de capital previstos na Transação atual, estima-se que a participação acima descrita de 32,5% vai ser atingida;
  • - iii. Shopping Bela Vista (SBV), Salvador (BA, Brasil): venda de aproximadamente 14,310% do empreendimento;
  • - iv. Shopping Ponta Negra (SPN), Manaus (AM, Brasil): venda de aproximadamente 22,010% do empreendimento.

Com a assinatura do instrumento com a XP Malls, parte do preço de aquisição das participações acima informadas, foi pago nesta segunda-feira, 13 de maio à JHSF.

A transação, sujeita à conclusão de documentos definitivos, inclusive aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e outras condições comuns em transações desse tipo, está alinhada com a estratégia divulgada pela operadora de desenvolver, operar e reciclar partes minoritárias de ativos e-ou ativos não estratégicos de renda recorrente, de modo a otimizar equilíbrio de crescimento e rentabilidade da companhia. 

 

Méliuz (CASH3): WNT eleva participação a mais de 5% do capital social

A WNT Gestora de Recursos passou a deter, por meio dos fundos de investimento e carteiras administradas por ela geridos, 4.356.500 ações ordinárias (ON) de emissão da Méliuz (CASH3), equivalente a participação de 5,010% do capital social.

A gestora ainda esclarece que referida participação foi adquirida com o objetivo de aumentar a exposição dos fundos de investimento sob sua gestão à companhia, de modo que não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa, e não existe, contudo, qualquer acordo ou contrato que regule o exercício do direito de voto ou a compra e venda de valores mobiliários de emissão da companhia por parte dos fundos, exceto no que diz respeito ao manual de exercício de direito de voto da WNT.

 

Melnick (MELK3): Manuela Bergamasco renuncia a cargo de suplente no conselho de administração

Manuela Turner Marquez Bergamasco renunciou ao cargo de suplente independente de Marcelo Cabral Bernabe, membro efetivo independente do conselho de administração da Melnick (MELK3).

Em razão da renúncia, foi aprovada a eleição de Maria Luiza dos Anjos Oliveira para a suplência do assento. 

 

Minerva (BEEF3): Canadá abre mercado para três plantas de abate localizadas no Paraguai

O Servicio Nacional de Calidad y Salud Animal, do Paraguai, notificou a aprovação da abertura de mercado para exportação de carne bovina ao Canadá. 

A Canadian Food Inspection Agency (CFIA) concedeu habilitação de importação de três plantas de abate de bovinos da Minerva Foods localizadas no Paraguai: Frigomerc, San Antonio e Belén, representativas de uma capacidade total de abate de aproximadamente de 6.300 cabeças por dia.

 

OceanPact (OPCT3) anuncia programa de recompra de até 3 milhões de ações ordinárias

O conselho de administração da OceanPact (OPCT3) aprovou um programa de recompra que autoriza a aquisição, pela companhia, de até 5.998.787 ações
ordinárias (ON) de sua própria emissão, correspondentes a 3% de seu capital social total.

O programa de recompra visa a aquisição de ações para atender a obrigações da companhia, no âmbito de seu Plano de Remuneração Baseado em Ações, e possui duração de dezoito meses, encerrados em 13 de novembro de 2025.

 

Portobello (PTBL3) anuncia mudanças em diretoria estatutária

Em razão de sua nova posição como diretor-presidente da Unidade de Negócio Portobello, Luciano Alves Abrantes foi destituído do cargo de diretor vice-presidente de Transformação Digital na Portobello (PBG)(PTBL3). 

Na nova estrutura, o conselho de administração elegeu Cristiane Alves Ferreira ao cargo de diretora estatutária sem designação específica.

 

Raízen (RAIZ4) projeta EBITDA ajustado de até R$ 15,5 bilhões na safra 2024-2025

A Raízen (RAIZ4) projeta um EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), em critério ajustado, entre R$ 14,5 bilhões e R$ 15,5 bilhões para o ano-safra 2024/25, iniciado em 1º de abril deste ano.

A companhia estima investimentos da ordem de R$ 10,5 bilhões a R$ 11,5 bilhões no período.

 

Randoncorp (RAPT4): Morgan Stanley altera participação acionária

Nesta segunda-feira (13), o Morgan Stanley e suas subsidiárias atingiram exposição equivalente a 4,8% do número total de ações preferenciais (PN) da Randoncorp (RAPT4).

A posição corresponde a 10,30 milhões de ações e, em instrumento financeiro derivativo com previsão de liquidação física posição comprada, 37.100.

 

Simpar (SIMH3): Vinícius José Zivieri Ralio assume cargo de diretor vice-presidente Jurídico

O conselho de administração de Simpar (SIMH3) aceitou a renúncia de Vinícius José Zivieri Ralio do cargo de diretor, sem designação específica, e a sua eleição para o cargo de diretor vice-presidente Jurídico, com mandato até 29 de julho de 2024, a fim de coincidir com o mandato da atual diretoria.

 

Technos (TECN3) aprova cancelamento de 2,2 milhões de ações ordinárias

A Technos (TECN3) aprovou o cancelamento de 2.200.000 ações ordinárias (ON), sem valor nominal, de emissão da companhia e sem redução do valor do capital social.

As ações canceladas representam 60,4% das ações em tesouraria e 3,10% do capital social total da companhia.

Em função do cancelamento de ações, o capital social passa a ser dividido em 68.706.215 ações ordinárias, todas nominativas, escriturais e sem valor nominal. 

 

Usiminas (USIM5): JP Morgan Chase & CO. não atingiu participação superior a 5% 

JPMorgan Chase & CO. e as entidades de seu grupo econômico identificaram que, entre operações de compra e de venda de ações, não atingiram uma participação em ações preferenciais ou ordinárias de emissão da Usiminas (USIM5) superior a 5% das ações de mesma espécie ou classe.

Dessa forma, as partes pedem que seja desconsiderado o comunicado anterior.

De todo modo, as negociações com ações de emissão da companhia pelo JPMorgan tinham, e ainda têm, como objetivo, exclusivamente, o investimento e a proteção de riscos financeiros assumidos pelo JPMorgan em operações celebradas com os seus clientes, sem representar qualquer alteração na composição do controle ou da estrutura administrativa.

 

MyCryptoChannel

 

  • MyCryptoChannelBrasileiros investem R$ 1,5 milhão em criptomoedas em meio a retração global

E, ainda, o Brasil registrou um aporte líquido de R$ 1,5 milhão em produtos de investimento em criptomoedas negociados em bolsa (ETPs) na semana passada.

Os dados, do relatório semanal da gestora CoinShares, indicam que o Brasil está entre os países que mais investiram em criptoativos na semana.

Leia mais aqui.

 

Proventos

Dividendos: CSN (CSNA3) vai pagar R$ 950 milhões a quem mantiver ações até esta terça-feira (14)

O conselho de administração de CSN (CSNA3) aprovou a distribuição aos acionistas de dividendos intermediários à conta de reserva de lucros, no montante de R$ 950.000.000,00, correspondente à R$ 0,716389666 por ação do capital social em circulação na última quinta-feira, 9 de maio.

Os dividendos serão pagos até o dia 29 de maio de 2024, e serão calculados e creditados com base nas posições dos acionistas nesta terça-feira, 14 de maio.

Acionistas usuários das custódias fiduciárias terão seus dividendos creditados conforme procedimentos adotados pela Bolsa de Valores. 

A partir de 15 de maio de 2024, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos. 

 

Dividendos: CSN Mineração (CMIN3) vai pagar R$ 1,025 bi a quem mantiver ações até esta terça-feira

O conselho de administração de CSN Mineração (CMIN3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários à conta de reserva de lucros, no montante de R$ 1.025.040.694,06, correspondente ao valor de R$ 0,186869166032 por ação.

Fazem jus ao recebimento desses dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) os acionistas inscritos na instituição depositária, Banco Bradesco S.A., nesta terça-feira (14).

 

Estarão disponíveis, até 28 de maio, sem atualização monetária, aos acionistas residentes no Brasil, em seus domicílios bancários, tais como fornecidos à instituição depositária, Banco Bradesco S.A.:

  • - 1. R$ 1.025.040.694,06, correspondente ao valor de R$ 0,186869166032 por ação, declarados pelo conselho de administração nesta quinta-feira, 9 de maio, aos acionistas inscritos na instituição depositária, Banco Bradesco S.A. em 14 de maio de 2024; e,
  • - 2. R$ 435.246.242,28, a título de juros sobre o capital próprio (JCP), à conta de lucros apurados em balanço levantado em 30 de novembro de 2023, correspondente ao valor bruto de R$ 0,0793471935161 por ação, declarados pelo conselho de administração em 22 de dezembro de 2023 aos acionistas inscritos na instituição depositária, Banco Bradesco S.A. em 28 de dezembro de 2023. 

 

À exceção dos acionistas imunes e isentos, este valor encontra-se sujeito à incidência de Imposto de Renda (IR) na Fonte à alíquota de 15%, ressalvada a aplicação desta alíquota aos acionistas domiciliados em país que não tribute a renda ou que a tribute à alíquota máxima inferior a 20%, que neste caso, sujeitam-se à incidência de Imposto de Renda (IR) na Fonte à alíquota de 25%. 

Considerada a alíquota de IR de 15%, o valor líquido a ser pago a título de juros sobre capital próprio vai ser de R$ 0,0674451144890 por ação. 

 

Dividendos: Elektro Redes (EKTR4) vai pagar R$ 419,2 milhões no dia 22 de maio

Em assembleia-geral ordinária e extraordinária (AGOE) realizada no dia 12 de abril, acionistas de Elektro Redes (EKTR4) aprovaram o pagamento de dividendos, no valor de R$ 419.265.435,54.

Créditos serão efetuados no dia 22 de maio (quarta-feira da próxima semana).

O montante corresponde aos valores de:

  • - (i) R$ 2,0557558664 por ação ordinária; e
  • - (ii) R$ 2,2613314530 por ação preferencial, com base na posição acionária de 12 de abril de 2024.

 

A partir de 15 de abril de 2024, as ações passaram a ser negociadas ex-direito.

 

Dividendos: Even (EVEN3) vai pagar R$ 100 milhões

O conselho de administração de Even (EVEN3) aprovou a declaração e distribuição de dividendos no montante de R$ 100.000.000,00. 

Dividendos intercalares serão pagos no montante de R$ 60.000.000,00, com base no lucro líquido apurado no balanço financeiro do 1º trimestre do
ano de 2024.

Dividendos complementares serão pagos no montante de R$ 40.000.000,00, com base no saldo acumulado do lucro líquido do exercício social encerrado
em 31 de dezembro de 2023.

O valor total dos dividendos declarados e distribuídos equivale a R$ 0,5028 por ação ordinária (ON) de emissão da companhia, desconsideradas as ações em tesouraria.

Terão direito aos dividendos declarados aqueles que forem acionistas da companhia na data-base da próxima quinta-feira, 16 de maio, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

As ações da companhia serão negociadas “ex-dividendos” a partir de sexta-feira, 17 de maio, inclusive.

O pagamento de ambos os dividendos, intercalares e complementares, vai ser realizado integralmente em moeda corrente nacional, em parcela única, no dia 27 de maio de 2024, por intermédio do Itaú (ITUB4), instituição financeira responsável pela escrituração das ações da companhia.

Não vai haver atualização monetária ou incidência de juros entre a data da declaração dos dividendos e a data do efetivo pagamento.

 

Dividendos: Vulcabras (VULC3) vai pagar R$ 41,08 milhões a quem mantiver ações até esta terça-feira

No dia 7 de maio, o conselho de administração da Vulcabras (VULC3) aprovou o pagamento aos acionistas de dividendos intermediários com base no saldo de reservas de lucros estatutária apurado no balanço anual referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2023, no valor bruto de R$ 0,15 por ação, consideradas as ações da companhia em circulação nesta data, correspondente ao valor bruto total R$ 41.083.500,00.

O pagamento dos dividendos intermediários vai beneficiar os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data da próxima terça-feira, 14 de maio de 2024, consideradas as negociações realizadas até esta data, inclusive, e serão pagos em 29 de maio de 2024.

As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos intermediários a partir de 15 de maio de 2024, inclusive.

Consideradas as ações em circulação da companhia existentes nesta data, o valor de dividendos intermediários a ser pago soma R$ 0,15.

O montante total bruto dos dividendos intermediários vai ser imputado e deduzir dos dividendos obrigatórios referentes ao exercício social que encerra em 31 de dezembro de 2024, sem ser objeto de qualquer atualização monetária.

O valor bruto total dos dividendos pode ser ajustado em razão do programa de recompra de ações da companhia.

 

Dividendos e JCP: Petrobras (PETR3)(PETR4) vai pagar R$ 13,45 bilhões

O conselho de administração da Petrobras (PETR3)(PETR4) aprovou, nesta segunda-feira (13), o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares no valor de R$ 13,45 bilhões, equivalente a R$ 1,04161205 por ação ordinária e preferencial em circulação, como antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício social de 2024, declarada com base no balanço financeiro do primeiro trimestre de 2024.

A distribuição proposta está alinhada à Política de Remuneração aos Acionistas vigente, que prevê que, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo de endividamento definido no plano estratégico em vigor (atualmente US$ 65 bilhões), a Petrobras deve distribuir aos seus acionistas 45% do fluxo de caixa livre.

Esta aprovação foi compatível com a sustentabilidade financeira da companhia, informou a petroleira.

Os dividendos propostos já levam em consideração o valor de ações recompradas no primeiro trimestre de 2024 (R$ 1,10 bilhão), que foi descontado do total da remuneração aos acionistas calculada, conforme a fórmula.

Os dividendos e JCP serão pagos em duas parcelas nos meses de agosto e setembro, da seguinte forma:

  • - Valor a ser pago: R$ 1,04161205 por ação ordinária e preferencial em circulação.
  • - A primeira parcela, no valor de R$ 0,52080603 por ação ordinária e preferencial em circulação, vai ser paga em 20 de agosto de 2024, na forma de juros sobre capital próprio.
  • - A segunda parcela, no valor de R$ 0,52080602 por ação ordinária e preferencial em circulação, vai ser paga em 20 de setembro de 2024. R$ 0,44736651 na forma de dividendos e R$ 0,07343951 na forma de juros sobre capital próprio. 

 

Data de corte: dia 11 de junho de 2024 para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3 e record date em 13 de junho de 2024 para os detentores de ADRs negociados na New York Stock Exchange (NYSE).

As ações da Petrobras serão negociadas ex-direitos na B3 a partir de 12 de junho de 2024.

 

Data de pagamento: para os detentores de ações de emissão da Petrobras negociadas na B3, o pagamento da primeira parcela vai ser realizado no dia 20 de agosto de 2024 e o da segunda parcela no dia 20 de setembro de 2024.

Os detentores de ADRs receberão os pagamentos a partir de 27 de agosto de 2024 e de 27 de setembro de 2024, respectivamente.

 

Atualização dos valores por ação: Os valores de dividendos e JCP por ação são preliminares e podem sofrer variação até a data de corte em decorrência do programa de recompra de ações. Na data de corte, caso haja alteração dos valores por ação, a Petrobras vai comunicar os novos valores ao mercado.

 

Proventos serão abatidos da remuneração aos acionistas a ser aprovada na Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2025 relativa ao exercício de 2024, e seus valores serão reajustados pela taxa básica de juros Selic desde a data do pagamento de cada parcela até o encerramento do exercício social corrente para fins de cálculo do abatimento.

 

JCP: Cosern (CSRN3) vai pagar R$ 23,302 milhões no dia 22 de maio

A partir de 22 de maio (quarta-feira da próxima semana), a Cosern (CSRN3) vai realizar o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP),  com base nos resultados do quarto trimestre de 2023, no valor de R$ 23.302.000,00, correspondentes a R$ 0,1355501865 por ação ordinária, a R$ 0,1491052051 por ação preferencial classe A e a R$ 0,1491052051 por ação preferencial classe B, com base na posição acionária de 4 de janeiro de 2024.

A partir de 5 de janeiro de 2024, as ações passaram a ser negociadas ex-direito.

Vai ser deduzido o Imposto de Renda (IR), exceto para os acionistas que tenham comprovado, junto ao Itaú (ITUB4), a condição de dispensados da retenção do referido imposto.