sábado, 04 de dezembro de 2021
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Veja como se proteger de pirâmides financeiras e outros investimentos irregulares

08 janeiro 2021 - 15h54Por Redação SpaceMoney

Em 2019, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) abriu 371 processos sobre possíveis investimentos irregulares realizados no Brasil, como pirâmides financeiras. No mesmo ano, houve também um aumento no número de brasileiros que possuíam algum investimento, chegando a 44% da população, de acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Os bons números recentes do Ibovespa (principal índice da bolsa de valores brasileira), que ontem (7) atingiu a marca histórica de fechamento, aos 122 mil pontos, e as perspectivas de recuperação da economia  com a chegada das vacinas contra a Covid-19, atraem, cada vez mais, pessoas para seus primeiros passos no mundo dos investimentos.

Com mais procura por investimentos, cresce também o perigo com os investimentos irregulares. Isto é, aqueles nos quais os intermediadores não estão devidamente registrados nos órgãos reguladores competentes. A CVM tem uma cartilha contendo informações sobre o assunto.

Perigo e cautela

A principal dica para evitar ser vítima de fraudes é dedicar tempo para estudar e entender todos os investimentos antes de tomar qualquer decisão. Procurar informações de fontes confiáveis ajuda a identificar quando as promessas de alto retorno não são factíveis. Para saber se o intermediário realmente pode oferecer essas oportunidades de investimento, consulte o site da CVM

Outro ponto que merece atenção é conhecer e evitar alguns dos golpes mais comuns, como as pirâmides financeiras. Esses esquemas tentam atrair pessoas que precisam desembolsar certas quantias de dinheiro para entrar no negócio. Apesar desse tipo de irregularidade não ser de competência da CVM, configuram crimes contra a economia popular e, por isso, são comunicados ao Ministério Público.

Caso você queira denunciar investimentos irregulares, o site da Comissão de Valores Mobiliários também é o canal: só acessar o serviço de atendimento ao cidadão. A partir disso, o órgão pode investigar a reclamação.
 

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