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"Scale up Company": o que são e como investir nessas empresas

Os avanços tecnológicos e as soluções inovadoras que impulsionaram as startups na última década consolidam empresas que já avançaram dessa fase inicial e inspiram confiança em investidores e consumidores

01 outubro 2021 - 11h34Por Lucas de Andrade
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 - Crédito: Anthony DELANOIX via Unsplash

Quando falamos de tecnologia, pensamos em como ela impacta gradativamente o desenvolvimento dos produtos que compramos, a forma em que nos relacionamos em sociedade, entre outros fatores. Com o mundo dos negócios não poderia ser diferente. 

Ao longo da última década, ouvimos muito sobre as startups - empresas em fase inicial que possuem propostas de negócio inovadoras, com grande potencial de crescimento e que utilizam a tecnologia como base. Mas o crescimento desses negócios motivou a criação de um outro conceito: scale-up company. 

O que significa?

São chamadas scale-ups as organizações com um modelo de negócios altamente escalável, ou seja, empresas que já passaram do estágio de startups. 

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Segundo Raphael Prata, líder da área de investimentos da Blue3, para se enquadrar a esse conceito, uma empresa deve apresentar um crescimento médio de 20% ao ano por três anos consecutivos, tanto em número de funcionários quanto de receita.

Que benefícios essas empresas trazem?

Prata afirma que essas empresas surgem de modo a solucionar problemas da “economia real”, que são “serviços que são utilizados no dia-a-dia das pessoas e apresentam ineficiência”.

De acordo com os primeiros dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre essas empresas, publicados em Scale-Ups no Brasil — As empresas que vão tirar o país da crise (e o que você precisa saber sobre elas), no ano de 2015, o país contava com cerca de 35.000 scale-ups - o equivalente a menos de 1% do total de empresas brasileiras à época.

São alguns exemplos de scale-up as empresas Healthways Brasil, Grupo FX, Loggi, 99, iFood, Gympass e Banco Inter.

Quais são os desafios para a consolidação das scale-ups?

Raphael Prata afirma que, por ter concluído uma etapa à frente de onde estão as startups, uma scale-up inspira mais confiança tanto em investidores quanto clientes, pela consolidação dos produtos fornecidos e resultados financeiros apresentados.

Para quem deseja que a sua empresa se torne uma scale-up — ou caso já tenha o seu negócio enquadrado nesse conceito —, algumas dicas são valiosas para que os objetivos da companhia sejam alcançados como “a contratação de profissionais que implementem e sustentem a inovação dos serviços oferecidos, o fácil acesso a crédito para acelerar investimentos, um bom marketing e a preparação de novos líderes”, recomenda.

Como investir em scale-ups?

Os investimentos nessas empresas são feitos majoritariamente por investidores-anjos - profissionais ou empresários bem sucedidos que apoiam empresas iniciantes não somente com capital financeiro, mas também intelectual. 

Mas, segundo Prata, há outra modalidade de investimento nesses negócios, mais comum e que tem crescido bastante: o Private Equity.

“Trata-se de um grupo de pessoas que se reúne e constitui um fundo que capta recursos com investidores, encontram essas empresas e vão investir nelas”, explica. 

E como os investidores ganham dinheiro? Há duas saídas, afirma o executivo: “Ou vender uma empresa para um player maior, que vai comprar uma participação ou fazer fusão, ou abrir capital na Bolsa de Valores”.

Vale a pena investir nessas empresas?

Para responder essa pergunta, você deve estar consciente da sua tolerância ao risco, que varia conforme o seu perfil de investidor: conservador, moderado ou agressivo. 

“É importante que você analise o produto - algo que o nosso escritório da Blue3 faz - para estudar o percentual máximo do patrimônio a ser alocado nesse tipo de produto e assim não correr nenhum risco”, conclui.
 

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