quinta, 02 de dezembro de 2021
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BTG Pactual está confiante com a performance das Lojas Renner: Empresa de Crescimento Premium, top Pick no universo do Varejo – Crescimento com qualidade!

29 março 2019 - 07h45Por Fábio Murad

O analista do BTG Pactual, Luiz Guanais, soltou um relatório essa manhã, elevando as estimativas em suas projeções de crescimento para a companhia.

“Estamos elevando nossas estimativas e incorporando novas suposições de crescimento mais otimistas em resposta a uma perspectiva macro mais brilhante, à excelente execução da empresa e aos benefícios do projeto push-and-pull e do comércio eletrônico nos próximos anos.

Com base em nossas novas estimativas, esperamos que a receita líquida cresça 15%, em média, nos próximos cinco anos, com o EBITDA crescendo 19% no mesmo período.

Nós temos sido otimistas sobre a LREN3 por um tempo, refletindo seu histórico consistente (único) e seu status como a melhor posicionada em um segmento de varejo de vestuário fragmentado, abrindo caminho para mais consolidação.”

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Mais digital e ainda mais integrada

“No seu Dia do Investidor em outubro, a gerência sênior descreveu iniciativas para construir um modelo multicanal mais digital.

A LREN já lançou muitos deles, como vendas de celulares (todas as lojas), clique e receba (todas as lojas e representam 30% das vendas online) e melhores funcionalidades em seus sites.

O ciclo digital da LREN viu implementar três projetos estruturantes: (i) cliente: criar uma visão única dos consumidores no mesmo banco de dados; (ii) produto: captura de tendências para novas coleções e melhor reabastecimento de lojas; e (iii) omni: integração de canais online e offline.

Com vários novos projetos digitais, e como referência no fragmentado setor de vestuário brasileiro, vemos a LREN bem posicionada em on-line e multicanais, e calculamos que 10% das vendas podem vir desse canal até 2025.”

Uma vantagem comparativa com uma cadeia de fornecimento mais assertiva

 

Segundo o Luiz, o Brasil é claramente um país difícil para os players estrangeiros fazerem negócios.

Questões regulatórias, um sistema tributário complexo e gargalos de logística levaram os outros players bem-sucedidos ao exterior (por exemplo, Amazon, Walmart e Zara) a lutar.

“Para os varejistas de vestuário estrangeiros, o risco cambial é geralmente maior e o prazo de entrega é maior, pois a maioria dos itens é feita no exterior.

A LREN se beneficia de uma cadeia de suprimentos integrada (principalmente local) graças a projetos, como o de reatividade, desenvolvido nos últimos anos.

Atualmente, possui cerca de 600 fornecedores e 30% de suas vendas são produtos importados.

Com uma indústria de vestuário ainda altamente fragmentada, isso aumenta o poder de barganha da LREN com os fornecedores (em uma estratégia de ganho mútuo) enquanto simultaneamente cria uma barreira, apesar das melhores condições de negociação (por exemplo, menores taxas de importação) para novos entrantes.”

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