O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, defendeu a transformação da Petrobras em uma corporation e a privatização total do setor energético durante evento no Rio de Janeiro. A proposta visa retirar o controle do governo federal sobre a estatal, permitindo que a União permaneça como acionista, mas sem poder de decisão.

Proposta de transformação da Petrobras

Zema esteve na sede do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e criticou a politização das empresas públicas. Ele argumentou que a gestão privada traria mais eficiência e lucratividade, gerando mais impostos para a União. A privatização, segundo ele, permitiria que os gestores públicos se concentrassem em áreas como segurança, saúde e educação.

Além disso, Zema comparou o setor energético ao agrícola, destacando que o Brasil é o maior produtor de alimentos do mundo, com produção privada eficiente. Ele defendeu que não há “vaca sagrada” e que o Estado deve se afastar de setores onde a iniciativa privada pode atuar com mais eficácia.

Críticas à gestão estatal e politicagem

O pré-candidato afirmou que muitos políticos buscam cargos em estatais para obter empregos e direcionar contratos, em vez de melhorar a vida da população. Ele classificou essa prática como politicagem e defendeu a privatização de todas as empresas estatais, sem exceções.

Você pode acompanhar os bastidores e as principais decisões da política em tempo real aqui na SpaceMoney. Zema também negou que tenha convidado Michelle Bolsonaro para ser sua vice. Ele explicou que, ao ser questionado sobre possíveis nomes, citou-a como uma possibilidade, mas não houve convite formal. A oficialização da candidatura do Novo está marcada para 27 de julho.