Um relatório médico enviado ao Supremo Tribunal Federal revela que o ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou, nesta semana, um episódio intenso de soluços que se estendeu por 36 horas consecutivas. O documento, que atualiza o estado de saúde do político de 71 anos, indica que a equipe médica precisou aumentar a dosagem de medicamentos específicos para controlar o quadro, que já havia apresentado estabilidade nas últimas semanas.
Entenda o quadro clínico e a resposta ao tratamento
De acordo com o relatório encaminhado ao STF, o ex-presidente apresentou uma recorrência do problema, descrito como um forte e prolongado episódio de soluço contínuo. A duração aproximada de 36 horas exigiu intervenção imediata, com administração de doses extras de medicações de ação central. Após o ajuste, os médicos registraram uma resposta satisfatória, com controle do sintoma.
O documento ressalta que, embora a crise tenha sido controlada, Bolsonaro ainda lida com efeitos colaterais dos remédios utilizados. Sonolência e instabilidade crônica do equilíbrio corporal são os principais sintomas persistentes, monitorados de perto pela equipe de acompanhamento domiciliar.
Efeitos colaterais e rotina de recuperação
Além dos medicamentos, o ex-presidente mantém uma rotina rigorosa de cuidados. Entre as medidas adotadas estão uma dieta restrita, sessões regulares de fisioterapia e exercícios, além de prevenção diária contra quedas e episódios de refluxo gastroesofágico. Apesar dos desafios, o boletim informa que, com exceção do aumento temporário dos remédios para o soluço, o restante da medicação de uso contínuo permanece inalterado.
Do ponto de vista respiratório e cardiológico, o quadro geral é considerado estável. A equipe médica segue acompanhando o paciente em regime domiciliar, com foco na recuperação e na minimização dos efeitos colaterais. Você pode acompanhar os bastidores e as principais decisões da política em tempo real aqui na SpaceMoney.
A situação de Bolsonaro reacende o debate sobre a transparência das informações de saúde de autoridades públicas e o impacto de tais episódios na agenda política. O relatório ao STF integra o monitoramento regular das condições do ex-presidente, que segue sob cuidados médicos contínuos.





