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E-commerce

Sete passos para tornar sua loja online mais segura

25 novembro 2020 - 12h19Por Redação SpaceMoney

A chegada de uma das datas mais aguardadas pelo varejo — Black Friday, em 27 de novembro — deve marcar uma tendência de mudança nos hábitos dos consumidores brasileiros que foi acelerada pela pandemia de covid-19: as compras online. De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Google, cerca de 40% dos brasileiros pretendem fazer compras apenas pela internet na edição deste ano da megapromoção varejista.

Apesar de possibilitar o distanciamento social na hora das compras, o crescimento do varejo online é acompanhado pela alta no número de tentativas de fraudes que prejudicam tanto os consumidores quanto as empresas do segmento.

Para orientar quem possui uma loja online e pretende garantir sua segurança e dos clientes nessa Black Friday, a Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções para e-commerce na América Latina, lista sete fatores cruciais para o gerenciamento de riscos das operações.

Confira o levantamento

1. Escolha um bom parceiro de pagamento: a empresa que fornece o equipamento que processará sua transação precisa ser confiável. "Ter ferramentas que sejam ‘PCI Compliance’ e que até mesmo facilitem ou já tenham integradas uma solução de análise de fraude é um importante caminho em direção a uma compra segura", explica Victor Hugo, Coordenador de Negócios da Vertical de Riscos da Braspag.

2. Escolha o método antifraude ideal para seu tipo de negócio: o varejista não deve basear-se apenas em taxa e valores; diferença sutis podem significar fraudes catastróficas que anularão a economia feita inicialmente. "Uma boa ferramenta antifraude precisa estar em conformidade com a operação, orientada ao segmento, volume operacional e ticket médio. O contratante deve desconfiar de soluções mágicas. Não existem antifraudes baratos, eficientes e que se pluguem ao negócio sem ao menos saber do que se tratam as vendas", diz o especialista.

3. Contrate uma mesa de revisão: nem tudo que apresenta riscos é, de fato, uma fraude. "Existem margens que são suscetíveis a uma análise mais ‘humana’. Elas podem ser conferidas apenas com uma análise geral dos dados, consultando os cadastros da pessoa em ferramentas de Consultas Cadastrais On-line, Birôs de Crédito ou até mesmo ligando para o titular do cartão".

4. Acompanhe periodicamente seus números: até mesmo e-commerces que apresentam bons desempenhos requerem atualizações constantes na estrutura de prevenção à fraude. "Os fraudadores estão sempre buscando novas brechas, criando métodos e desenvolvendo engenharias sociais. Portanto, um papel importante é adequar as regras de análise periodicamente, utilizando conhecimentos de chargebacks já sofridos ou de negativas da sua mesa de revisão (caso possua). A prevenção a fraudes é um trabalho contínuo", alerta Victor.

5. Dispute chargebacks sempre que possível: o chargeback — cancelamento de compras feitas em cartões de débito ou crédito — não é uma causa perdida. Em alguns casos, se comprovada a autofraude do portador do cartão, o prejuízo pode ser revertido. 

6. Opte por soluções que tragam transparência: entender como o "motor" de fraude está estruturado permitirá que o varejista contribua para as melhorias das análises junto à equipe de especialistas. "Ter a empresa contratada como um parceiro, trabalhar junto e contribuir nas análises vai garantir o sucesso da sua operação. Não considere sua ferramenta apenas como algo fornecido por terceiros, tenha um time trabalhando com você", sugere Victor.

7. Submeta o e-commerce a testes de invasão e vulnerabilidade por meio de alguma empresa especializada: o varejista nunca deve achar que sua loja está 100% segura e que nada precisa ser feito. Estar à frente significa agir proativamente e, com uma empresa capacitada para esse tipo de teste, o empreendedor terá uma vantagem ante os fraudadores.

Com informações da PitchComComunicação
 

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