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Goldman Sachs inicia Mobly com Compra por posição exclusiva no mercado de móveis

16 março 2021 - 17h59Por Investing.com

Por Ana Carolina Siedschlag, da Investing.com - Os analistas do Goldman Sachs iniciaram a cobertura das ações da Mobly com recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 30 por verem a empresa bem posicionada para entregar valorização de momento com o crescimento do comércio online, além de aproveitar a alta fragmentação do segmento e a posição exclusiva dentro do mercado de móveis.

Para o banco, em relatório divulgado nesta terça-feira (16), o crescimento da companhia nos canais online deve diminuir um pouco, considerando a forte base de comparação de 2020 (de 64% no último ano para 30% em 2021), mas isso deve ser compensado pela presença da Mobly em lojas físicas, com alta de 150% entre os anos de 2021 e 2023.

Segundo os analistas, a venda de móveis online tem desafios únicos, que vão desde a base de fornecedores muito fragmentada até a logística complexa e cara, além da frequência média de compra relativamente baixa.

Para eles, a Mobly procura abordar os pontos de atrito mais críticos, integrando-se mais estreitamente com os fornecedores, oferecendo serviços de armazenamento e entrega por meio de sua própria infraestrutura logística, o que deve expandir a margem EBITDA da empresa de 1,8% em 2020 para 5% em 2023.

Também, o amplo sortimento e arquitetura de preços a torna cada vez mais um portal para um amplo grupo demográfico de brasileiros, escrevem.

A empresa também se beneficiou, ao longo de 2020, com o aumento do tempo que as pessoas passam dentro de casa por conta da pandemia, o que levou a uma alta na demanda por itens de decoração e por móveis, aponta o banco.

Entre os riscos para o longo prazo, os analistas veem os desafios com a logística e também com a fidelização dos clientes, já que a fragmentação do mercado de móveis no Brasil, sem muitos líderes conhecidos, faça com que as buscas online se tornem mais genéricas e demandem mais gastos estratégicos com marketing.

Eles também citam que os custos com frete ainda têm espaço para melhorar, quando comparado com concorrentes como Casas Bahia, Magazine Luiza (SA:MGLU3) e MadeiraMadeira.

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