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Para reforçar caixa, Tecnisa deve lançar oferta subsequente em julho, diz Estadão

19 junho 2019 - 10h08Por Investing.com

Investing.com - A construtora Tecnisa (SA:TCSA3) irá realizar uma subsequente de ações, que terá como objetivo principal a capitalização da companhia. A expectativa é que a operação aconteça no começo de julho. De acordo com a edição desta quarta-feira da Coluna do Broadcast, do Estadão, a companhia tá acertou a contratação de um sindicado de bancos formado por BTG Pactual (SA:BPAC11), Itaú BBA e Santander (SA:SANB11).

A publicação destaca que a incorporadora vai destinar o montante arrecado para o fortalecimento de seu caixa, uma vez que passa por dificuldades financeiras. Entre janeiro e março de 2019, a incorporadora acumulava mais dívidas com curto prazo de vencimento.

Nos últimos anos, a Tecnisa tem sido uma das companhias que mais sofre com os distratos nos últimos anos. A estratégia, como isso, foi de focar na venda de imóveis que fazem parte do estoque, além de redução de despesas administrativas e liquidação de ativos não estratégicos. Por outro lado, depois de três anos sem lançamento, os novos empreendimentos voltaram a ser lançados em maio.

No final de novembro do ano passado, Tecnisa anunciou que iria voltar ao mercado de lançamentos imobiliários em 2019, depois de acertar uma joint-venture com o H.I.G. Capital, da qual será minoritária. A companhia tem estrutura que permite lançar Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1 bilhão por ano, mas seu presidente, Joseph Nigri não informou na ocasião que essa marca será alcançada no próximo ano.

Para 2019, estão previstos os empreendimentos a serem desenvolvidos em conjunto com o H.I.G. em três terrenos da incorporadora, além de mais uma fase do Jardim das Perdizes, projeto do qual a Hines é sócia, todos na cidade de São Paulo. Os três empreendimentos imobiliários localizados em São Paulo, implicam em um Valor Geral de Venda (VGV) de R$ 360,8 milhões.

A Tecnisa, que fará a gestão e a construção dos empreendimentos, terá participação de 20% na operação. Segundo a construtora, a participação no lucro poderá ser superior caso o resultado dos empreendimentos ultrapasse determinadas metas previstas na operação.

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